
Valores médios do milho estão em baixa
Este cenário de baixa se deve principalmente à redução da demanda interna.

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Este cenário de baixa se deve principalmente à redução da demanda interna.

Da mesma forma, a colheita da soja segue atrasada, com 60% da área colhida até esta semana.

Compradores se mantêm afastados das aquisições no mercado à espera de melhores oportunidades para negociar.

A Rússia oferece um prolongamento de apenas 60 dias para a "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", em vez dos 120 dias dos acordos anteriores.

Apesar das chuvas, que ainda mantêm o volume de colheitas aquém das expectativas iniciais, houve avanço na última semana.

Em 17 de março, expira o atual acordo da "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", que permitiu a exportação de grãos da Ucrânia até o momento.

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Já na Argentina, novos ajustes negativos nas estimativas levaram à redução na produção mundial.

Se confirmado, o volume de soja a ser colhido nesta temporada é 20,6% superior ao registrado no ciclo anterior, o que aponta uma recuperação na produtividade das lavouras que foram atingidas pelas condições climáticas adversas no período de 2021/22.

Os produtores paranaenses poderão produzir aproximadamente 20,89 milhões de toneladas de soja nesta primeira safra 2022/2023. Esse volume, se confirmado, será o maior da história no Paraná.

A avaliação dos técnicos do Projeto Siga é de que, apesar das intensas e frequentes chuvas dos últimos dias, 93% das lavouras estão em bom estado produtivo e os 7% restantes em condições regulares.

O número de empresas brasileiras habilitadas para exportar milho ao país asiático sobe para 446.

O Brasil colheu apenas 23% das 152,88 milhões de toneladas previstas para a temporada 2022/23.




Com a abertura da comercialização do grão para a China, desde novembro do ano passado, país se tornou maior comprador da commodity e fez valor de exportação ultrapassar os 145 milhões de dólares e o volume de meio milhão de toneladas.

No Estado a expectativa é de que a área destinada ao milho 2ª safra 2022/2023 seja de 2,32 milhões de hectares, 5,4% maior que o ciclo passado.

As negociações no spot nacional seguem pontuais, e os preços do grão são estáveis.

Estado ocupa quarto lugar da produção de grãos do país. Principais produtos são soja e milho, com destaque para o milho safrinha.

A nova projeção da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), sinaliza um incremento de 38,2 milhões de toneladas em relação à temporada anterior.

Atentos a este cenário e a pontuais problemas logísticos, vendedores limitam a disponibilidade de lotes, enquanto outros elevam os valores pedidos.


A demanda cresce à medida que a população e a renda per capita também aumentam, levando a maior consumo de proteínas animais.

A expectativa do setor é de aumento na oferta de milho no spot nacional.

A queda nos preços do grão se deve também à desvalorização do dólar e à fraca demanda de indústrias brasileiras.

Mas a previsão continua superior aos dois últimos ciclos e, dependendo do próprio comportamento do clima, pode ser uma das maiores da história.

A baixa liquidez nas vendas de carne suína tem pressionado os valores do animal vivo nesta segunda quinzena de janeiro.

O elevado ritmo de vendas se repete neste início de ano. Apenas nos 15 primeiros dias úteis de janeiro, os embarques já chegam a 4,2 milhões de toneladas.


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