
Suinocultura mundial: primeiras estimativas do USDA para 2027
O USDA projeta que a produção mundial de carne suína cairia 0,7% em 2027.


O USDA projeta que a produção mundial de carne suína cairia 0,7% em 2027.

Entre janeiro e setembro de 2026, a China importou 1,44 milhão de toneladas de carne suína e miúdos, volume 15,3% inferior ao registrado em 2025 e 66,7% menor que o de 2020.

Famato, sindicatos rurais e Acrismat participam de encontros em Araputanga e Cáceres para discutir os desafios do manejo de javalis.

O Departamento de Agricultura das Filipinas iniciou uma investigação preliminar sobre medidas de salvaguarda aplicáveis às importações de carne suína, com o objetivo de avaliar se o aumento das compras externas está prejudicando a suinocultura nacional e se há necessidade de adotar medidas temporárias de proteção comercial.

A posição do Conselho prevê a possibilidade de introduzir normas de comercialização para culturas proteicas e carne suína, entre outros produtos.

O NASS registrou 74,3 milhões de suínos em 1º de setembro, uma queda de 2% em relação a setembro de 2025.

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Oferta mais controlada de animais para abate e demanda firme impulsionam a valorização da carcaça suína na Grande São Paulo, segundo o Cepea.

A iniciativa ajudará os produtores de suínos criados ao ar livre no leste da Inglaterra a enfrentar riscos ambientais e atender às novas exigências.

O ICA e a Porkcolombia intensificam as ações de conscientização em aeroportos e postos de fronteira para evitar a entrada da Peste Suína Africana no país.

Apesar do volume elevado de chuvas em partes das regiões produtoras brasileiras, a semeadura da safra de verão avança de forma satisfatória, o que pode levar as atividades da segunda safra a serem realizadas na janela considerada ideal.

As preocupações com os possíveis efeitos do fenômeno climático El Niño levaram parte dos produtores brasileiros a se retrair nas negociações no mercado spot.

Apresentamos os principais destaques das estimativas de grãos e oleaginosas para a safra 2026/27, divulgadas pelo USDA em 9 de outubro de 2026.



A detecção da peste suína africana (PSA) em um javali em Lappeenranta indica a disseminação ativa da doença.

O consumo atingiu 549,9 mg/kg de biomassa em 2025, um aumento de 11,6% em relação a 2024, embora acumule uma redução de 40,2% desde 2020.

O poder de compra do suinocultor paulista se recupera em outubro, impulsionado pela alta do suíno vivo, queda do milho e maior demanda por carne suína.

Valorização do real pressiona as cotações da soja no Brasil, enquanto exportações recordes de grãos e farelo em setembro limitam as quedas, segundo o Cepea.

Produção recorde, exportações enfraquecidas e avanço da semeadura influenciam o mercado brasileiro de milho, segundo análise do Cepea.

As exportações globais de carne suína devem permanecer estáveis em 2027, após um crescimento de 2% em 2026.


Os dados mais recentes do inventário suíno dos Estados Unidos registraram quedas tanto no número de matrizes quanto no de suínos destinados ao mercado.

A Comissão Europeia adotou as Condições Uniformes para as Regras de Operação (UCOL) para a criação de aves e suínos.

A maior parte dessa queda se deveu ao menor volume de embarques para o México, onde a produção doméstica de carne suína se recuperou e a demanda por pernil perdeu força nos últimos meses.

Produtores têm mantido ajustado o peso dos animais, a fim de evitar sobreoferta no mercado interno.

Volume embarcado entre janeiro e setembro cresce 6,2%; em setembro, vendas totalizaram 135 mil toneladas

Os preços da produção agrícola da UE caíram 5,8% em relação ao ano anterior no segundo trimestre de 2026, enquanto os custos dos insumos aumentaram 4,7%, impulsionados pela energia e pelos fertilizantes.

