
O acordo para transportar grãos pelo Mar Negro é prorrogado
A Rússia concordou em estender o acordo sobre as exportações de grãos da Ucrânia dos portos do Mar Negro por 4 meses.

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A Rússia concordou em estender o acordo sobre as exportações de grãos da Ucrânia dos portos do Mar Negro por 4 meses.

O último relatório de estimativas para as safras de milho e soja apresentou pequenas variações em relação ao relatório de outubro passado. Entre os destaques estão a queda nas safras da União Europeia e o aumento dos estoques finais para Brasil e Ucrânia.

A liquidez voltou a crescer no mercado de soja nos últimos dias.

Compradores nacionais estão afastados de negociações envolvendo grandes volumes, atentos às boas expectativas da safra verão e aos estoques de passagem.

O crescimento reflete uma estimativa de elevação na área plantada da soja.

Primeiro levantamento da Conab para o próximo ano agrícola prevê 8,5% de aumento em comparação com o período anterior, chegando a 18,2 milhões de toneladas.

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O plantio de soja no Paraná está liberado desde 10 de setembro, quando terminou o vazio sanitário.

A Rússia decidiu no final da semana passada suspender sua participação na "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", obstruindo assim a exportação de grãos pelo Mar Negro.

A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento da soja e do milho, principalmente na região Sul e no Mato Grosso do Sul, na safra 2021/2022.

Produtores voltaram a limitar a oferta de milho, atentos aos preços praticados nos portos.

Com uma produção estimada em aproximadamente 127 milhões de toneladas de milho, a colheita do cereal na safra 2022/23 deverá registrar um incremento de 12,5% em relação ao último ciclo.

Produtores estão com atenções voltadas à semeadura da temporada 2022/23 e evitam negociar o excedente da safra 2021/22.




A sustentação vem das exportações aquecidas, da retração de parte dos vendedores e do fato de alguns compradores terem sinalizado interesse em recompor estoques.

Em relação ao relatório de setembro, destacam-se os novos cortes nas projeções de produção e exportações dos Estados Unidos para milho e soja, enquanto, para a América Latina, estimam-se aumentos para a oleaginosa nesses dois indicadores.

O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela alta dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.

Os preços da soja voltaram a subir no mercado interno na semana passada.

O aumento da demanda externa está atrelado principalmente às preocupações com a escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia e também à colheita nos Estados Unidos.

Com poucas condições para o agricultor entrar com as máquinas nas áreas de produção, o plantio da soja e do milho evolui de forma mais lenta no Estado.


O baixo interesse de consumidores e a maior flexibilidade de vendedores têm resultado em recuo nas cotações do grão.

A produção brasileira de grãos pode atingir 312,4 milhões de toneladas na safra 2022/23, o volume supera em 41,5 milhões de toneladas o recorde obtido na temporada recentemente finalizada.

Dados revisados apontam aumento de produtividade e produção.

A sustentação do preço do farelo de soja vem da firme demanda doméstica e das expectativas de exportação para Ásia.

Durante a reunião de Ministros da Agricultura europeus foram discutidas as consequências da guerra russa contra a Ucrânia na produção agrícola e logística.

Favorecida pela maior umidade do solo, a semeadura da nova safra de soja avança no Brasil, sobretudo no Paraná, em Mato Grosso e em São Paulo.


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