
Índice de preços de cereais da FAO atinge maior nível em dois anos
Os preços internacionais dos cereais aumentaram em todos os principais grãos em agosto.

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Os preços internacionais dos cereais aumentaram em todos os principais grãos em agosto.

Em sua atualização mais recente, o milho apresenta ajustes em seu balanço global diante dos cortes na produção dos Estados Unidos e da Argentina, que pressionam para baixo as exportações e os estoques. Nesse contexto, a China ganha espaço como compradora do milho argentino e redesenha os fluxos do comércio sul-americano. A soja, em contrapartida, mantém uma trajetória de expansão apoiada no desempenho do Brasil e dos Estados Unidos — que compensa a estabilidade da Argentina —, impulso também sustentado pela demanda chinesa, que dinamiza o processamento da oleaginosa no Brasil.

Os ministros da Agricultura do CAS reuniram-se na Bolívia e celebraram a rejeição, pelo Parlamento Europeu, de uma norma sobre soja e biocombustíveis.

O Conselho adotou formalmente um regulamento que introduz medidas específicas para ajudar os agricultores europeus a enfrentar o forte aumento dos custos dos fertilizantes e de outros insumos, provocado pela recente crise no Oriente Médio.

Um estudo recente da OCDE examina dois canais de transmissão pelos quais um choque nos preços do petróleo pode afetar os mercados agrícolas: custos mais elevados dos fertilizantes e maior demanda por biocombustíveis.

Os preços mundiais do trigo, milho, cevada e sorgo registraram queda em relação ao mês anterior.

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Em sua última atualização, o milho consolida um cenário de ajuste produtivo para o ciclo 2026/27: a queda na safra dos EUA e da Argentina supera amplamente os avanços do Brasil e da China, pressionando também para baixo as exportações e os estoques mundiais. As projeções mais recentes para a soja, por outro lado, mantêm um cenário expansivo impulsionado pelo Brasil e pelos EUA, com uma produção global que chegaria a um novo recorde histórico, apesar da leve retração dos estoques finais.

A continuidade da alta refletiu o aumento dos preços de todos os principais cereais.

Um relatório conjunto de quatro organismos internacionais alerta que, sem investimento estatal contínuo e inovação tecnológica, a região não conseguirá garantir sua segurança alimentar.

Vários Estados-membros consideram insuficiente o plano europeu sobre fertilizantes e pedem mais apoio, rapidez e medidas estruturais.

A Comissão Europeia apresenta um plano para apoiar os agricultores, melhorar o acesso a fertilizantes e fortalecer a produção sustentável na Europa.

No relatório de abril, o milho apresenta uma perspectiva expansiva devido à recuperação nos EUA, Argentina e Ucrânia e ao maior comércio. A soja, por outro lado, tem um balanço mais ajustado: o crescimento no Brasil e no Paraguai não compensa as quedas na Argentina e nos EUA, mantendo a oferta praticamente sem alterações.


O Diretor-Geral do órgão expôs ao BID a vulnerabilidade estrutural dos sistemas agroalimentares latino-americanos e a urgência de transformar suas bases produtivas.

O Ministro da Agricultura, Pesca e Alimentação da Espanha, Luis Planas, solicitou que a Comissão Europeia desenvolva um plano de ação para garantir o abastecimento de fertilizantes, um insumo essencial para assegurar a rentabilidade da produção agrícola, que está sendo afetada pela guerra no Oriente Médio.

A mais recente atualização aponta para uma maior disponibilidade de milho impulsionada por Estados Unidos e Ucrânia, juntamente com uma oferta de soja estável graças ao sólido desempenho do Brasil e do Paraguai.

Este último relatório mostra uma retomada na produção mundial de milho, com Estados Unidos, China e Argentina liderando os aumentos, enquanto Brasil e União Europeia registram recuos. As exportações globais se expandem de forma significativa, lideradas pelos Estados Unidos, e a demanda internacional cresce impulsionada por México, União Europeia, Vietnã e por um aumento expressivo das compras da China.
No caso da soja, o cenário é mais estável: o Brasil consolida sua liderança com maiores colheitas e exportações, enquanto os Estados Unidos reduzem a produção e as vendas externas. A demanda internacional se mantém firme, com a China como principal compradora, e os estoques globais apresentam uma leve recuperação.

O objetivo é garantir alimentos seguros e nutritivos para os consumidores da UE, bem como os mais elevados padrões para a alimentação animal.

A Espanha atualiza a normativa sobre o uso de proteínas animais transformadas na alimentação animal.



A iniciativa tem como objetivo simplificar, esclarecer e modernizar disposições selecionadas em diversos instrumentos da legislação da UE sobre segurança de alimentos e rações.

O projeto Green Feed busca reduzir a pegada de carbono da suinocultura otimizando as dietas e reduzindo as emissões associadas aos dejetos.

Ministros da UE pedem uma estratégia comum para proteínas e diversificação das fontes de ração para garantir autonomia e sustentabilidade.

Bruxelas confirma tarifas definitivas sobre a lisina chinesa por práticas de dumping que prejudicavam gravemente a indústria europeia.

Entre os principais produtos que a Argentina vende para o mundo, destacam-se: milho, óleo de soja, cevada, óleo de girassol, amendoim, moluscos, queijos, peras, batata e couros, entre outros.

Em comparação com o relatório de março, a perspectiva para as exportações de milho dos EUA melhorou, e foi estimado um aumento na produção de milho na União Europeia, bem como um aumento nas importações de milho. Para a soja, não foram feitos ajustes significativos nas projeções.


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