
Soja: Valores alcançam o maior patamar desde abril/23
Os preços do farelo de soja também subiram nos últimos dias.

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Os preços do farelo de soja também subiram nos últimos dias.

Os principais grãos cultivados no estado tiveram redução no preço pago ao produtor em junho.

De acordo com a estimativa, esse resultado é decorrente, principalmente, do melhor desempenho das lavouras de milho segunda safra observado em campo neste último mês.

Nesta nova atualização, a projeção da produção mundial de soja foi cortada em mais de 5 milhões de toneladas em relação ao relatório de junho, o que se deve a uma área menor plantada nos Estados Unidos. Para o milho, as estimativas foram um pouco maiores em relação ao relatório anterior.

No campo, a ausência de chuvas na última semana favoreceu o avanço nos trabalhos.

De acordo com o Indicador ESALQ/BM&FBovespa, a atual média mensal do preço do grão é a menor, desde maio de 2019.

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O relatório confirma o recorde da safra de soja, com 22,45 milhões de toneladas em uma área de 5,78 milhões de hectares.

Indicador sobe sustentado pelo mercado externo.

A Argentina dobrou sua produção de carne suína nos últimos 10 anos e multiplicou por 5 nos últimos 20 anos.

Não houve mudanças significativas na primeira atualização das estimativas para as safras do novo ciclo 2023/24, razão pela qual sua influência nos preços e no mercado em geral foi quase nula.

Consumidores realizam compras apenas quando necessário, aguardando possíveis desvalorizações mais intensas do milho.

Colheita se inicia em meio a preocupações com armazenamento.




15 milhões de toneladas com área plantada e produtividade recorde.

A baixa no preço do grão é influenciada por estimativas indicando safras volumosas principalmente no Brasil e nos Estados Unidos.

Esta nova extensão permitirá que as exportações de grãos ucranianos continuem.

Para este novo ciclo, a entidade prevê um aumento significativo na produção, comércio internacional e estoques finais globais. Isso seria sustentado pelo aumento da produção nos Estados Unidos e no Brasil, bem como pela recuperação dos níveis de safra na Argentina e na União Europeia. Da mesma forma, o aumento das importações de milho e soja pela China seria um elemento-chave na dinâmica do mercado mundial dessas matérias-primas.

Esse contexto mantém em queda os preços do milho na maior parte das regiões.

Produtores brasileiros estão mais otimistas com a produção, sobretudo devido às condições climáticas favoráveis.


Na última semana, os Indicadores da soja ESALQ/BM&FBovespa – Paranaguá (PR) e CEPEA/ESALQ – Paraná registram os menores patamares nominais desde agosto de 2020.

Os preços do milho seguem em queda em praticamente todas as regiões, voltando a operar nos patamares nominais observados em 2020.

Entre os destaques, os dados atualizados do Deral confirmam que a produção de soja será recorde.

Os preços do milho seguem em queda no Brasil, com desvalorizações ainda mais expressivas registradas nos últimos dias.

O bom desempenho é explicado não só pelo aumento de área, como também pela melhoria da produtividade. No entanto, o resultado consolidado ainda depende do comportamento climático, fator preponderante para o desenvolvimento das culturas de 2ª e 3ª safras.

A produtividade e a qualidade da safra 2022/23 estão excelentes na maior parte do país.


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