
Com recuo das exportações e aumento dos estoques, preços da soja caem
A queda nas transações internacionais se deve à menor demanda da China, que deve importar quase 10% abaixo da safra passada e o menor volume das últimas três temporadas.

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A queda nas transações internacionais se deve à menor demanda da China, que deve importar quase 10% abaixo da safra passada e o menor volume das últimas três temporadas.

As altas nas cotações do grão acabaram sendo limitadas pela maior oferta da segunda safra.

Em algumas regiões do Sul do País e nos portos, o forte ritmo das exportações e as altas externas elevam os preços do cereal.

Os preços internacionais do complexo soja subiram na semana passada, devido à maior demanda externa por soja em grão dos Estados Unidos.

O destaque foi para as vendas externas de milho.

Os produtores de milho deverão colher na segunda safra do cereal 87,4 milhões de toneladas na temporada 2021/22.

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É preferível aguardar para negociar nas próximas semanas, visto que a tendência é de redução no frete rodoviário, devido à finalização da colheita do milho.

Os consumidores estão cientes do avanço da colheita e da capacidade limitada de armazenagem, favorecida pelo clima.

Os preços da soja subiram no mercado doméstico, diante das altas internacionais.

O aumento está atrelado às recentes altas do mercado internacional, à maior demanda externa pelo cereal brasileiro e aos baixos estoques de compradores domésticos.

Para o milho, a produção e o comércio internacional devem ser reduzidos a uma oferta menor de Estados Unidos, União Europeia, Rússia e Ucrânia, enquanto, para a soja, mantêm projeções recordes para as safras sul-americanas e estimam queda significativa nas exportações norte-americanas.

As desvalorizações estão atreladas ao avanço da colheita da segunda safra, e a melhora do clima nos Estados Unidos.


A produção industrial espanhola de alimentos para animais de produção em 2021 manteve-se em níveis similares aos do ano anterior. Para este ano prevê-se uma diminuição.

A migração dos prestadores de serviços para o Centro-Oeste do país, atendendo a demanda da colheita do milho segunda safra gera alta nas cotações do transporte agrícola.

Os preços do milho iniciaram a semana passada em alta, mas voltaram a recuar no encerramento do período.

A queda no valor doméstico da soja foi limitada pela valorização do dólar frente ao Real.

Com o avanço da colheita na maior parte dos estados e diante de novas estimativas oficiais indicando oferta recorde na temporada 2021/22, os preços do milho seguem em queda.

Volume representa um crescimento de 6,7% em relação à temporada passada, ou seja, cerca de 17 milhões de toneladas.



A projeção agora é que serão produzidos pouco mais de 36,2 milhões de toneladas contra 36,8 milhões de toneladas previstas em maio. Ainda assim, se trata de uma safra recorde.

A medida fitossanitária tem como objetivo racionalizar o número de aplicação de fungicidas e reduzir os riscos de desenvolvimento de resistência do fungo que causa a ferrugem asiática.

Influenciados pelo avanço da colheita da segunda safra e pela consequente pressão de compradores, os preços do milho voltaram a cair.

Ao completar 47 anos neste mês de junho, a Embrapa Suínos e Aves apresenta à sociedade uma nova ferramenta para divulgação da sua produção técnico-científica: a Embrapateca

Maior produtor e exportador de carne suína, SC tem uma alta demanda de milho, principal insumo da ração. O Estado produziu uma campanha para a eliminação do milho voluntário, conhecido como milho guaxo.

A demanda de suinocultores por farelo de soja esteve mais aquecida, cenário que elevou os preços do produto no Brasil.


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