
Ficha técnica: DDGS de milho
Ficha técnica com valor nutricional (comparação de tabelas) e os estudos mais recentes sobre grãos secos de destilaria com solúveis (DDGS) de milho.

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Ficha técnica com valor nutricional (comparação de tabelas) e os estudos mais recentes sobre grãos secos de destilaria com solúveis (DDGS) de milho.

Além de seu papel na síntese de proteína, o triptofano contribui para a produção de serotonina, molécula com influência sobre a regulação do apetite, a produção de niacina e a regulação do sistema imune.

Os ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e média (AGCM) desempenham um papel fundamental na saúde intestinal do suíno. Além de fornecer energia facilmente disponível, contribuem para modular a microbiota, reduzir patógenos e melhorar a digestibilidade e absorção de nutrientes, especialmente em leitões durante o pós-desmame.

Visitamos o CDPQ, Centre de développement du porc du Québec. Uma granja comercial que trabalha sob um modelo único de colaboração focado na pesquisa.

Os ácidos graxos de cadeia média podem contribuir para aumentar o crescimento inicial dos leitões pós-desmame graças à sua elevada disponibilidade energética, à sua atividade bactericida e à sua capacidade de sustentar o metabolismo em animais imaturos.

A aplicação de um produto hepatoprotetor no periparto reduziu a mortalidade em 73%.

A alimentação de precisão individual facilita o uso de alimentos alternativos como forragens, subprodutos agroindustriais e outros, pois permite fornecê-los de acordo com o consumo e o crescimento de cada animal.

Durante a lactação é fundamental garantir o consumo de água da porca assim como manter a razão água:ração necessária para conseguir uma menor perda de peso da porca e um maior ganho diário dos leitões.

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Algumas estratégias nutricionais podem exercer atividade antibacteriana. Quer saber quais?

Como podemos promover uma microbiota mais saudável, favorável ao suíno e à sua produtividade? E qual é o melhor momento para conseguir isso?

A alimentação eletrônica de precisão se consolidou como uma das tecnologias-chave para melhorar a eficiência e a sustentabilidade nas granjas.

A forma de apresentação da ração é um aspecto complexo, pois pode influenciar tanto o desempenho da fábrica quanto o dos animais. Esta contribuição analisa os principais fatores relacionados à apresentação da ração peletizada que afetam o desempenho produtivo e o bem-estar durante os primeiros dias pós-desmame.

O triptofano (Trp) é um aminoácido essencial que os suínos devem obter por meio da dieta. Ele participa da síntese de proteínas e da produção de serotonina, que regula o apetite. Também contribui para a formação de niacina (vitamina B3) e apresenta efeitos antioxidantes, favorecendo a saúde intestinal e a microbiota. Além disso, ajuda a manter a integridade da mucosa e regula o sistema imune.

A redução controlada de proteína bruta e o uso de aminoácidos essenciais podem melhorar a eficiência de conversão, diminuir o consumo de água e reduzir a excreção de nitrogênio.

É possível melhorar a qualidade do colostro através de estratégias nutricionais específicas?

Uma melhor compreensão dos efeitos moduladores dos aminoácidos funcionais e polifenóis pode ajudar os nutricionistas a formular dietas mais adaptadas e contribuir para o desenvolvimento de estratégias nutricionais para melhorar o desempenho, o bem-estar e a saúde dos animais.




A nível de apresentação da ração buscamos ingredientes que nos forneçam nutrientes mas também funcionalidade, com o objetivo de aumentar o tempo de retenção gástrica para facilitar a hidrólise da proteína, melhorar o contato entre alimento e enzimas e reduzir fermentações de proteína não digerida a nível intestinal.

Entre os elementos frequentemente negligenciados está a microbiota, um verdadeiro “órgão invisível” que desempenha papel central na saúde, imunidade e produtividade dos suínos. Entender sua dinâmica e como ela se desequilibra é cada vez mais fundamental para o sucesso dos programas sanitários e nutricionais

Diante da rápida melhoria das principais genéticas em prolificidade, índice de conversão e demais parâmetros produtivos, as exigências de referência em vitaminas e minerais ficaram defasadas.

Como se expressa a quantidade de vitaminas?
Como são estimadas as necessidades e as margens de segurança das vitaminas em suínos?
A estabilidade da atividade vitamínica pode ser comprometida?

A imunidade intestinal é um sistema complexo, composto por barreiras físicas, células imunes, receptores e microbiota.

Este artigo revisa o efeito dos componentes da dieta sobre o osso e a osteocondrose, principal causa de claudicação e motivo da eliminação de reprodutores jovens. Portanto, conceitos importantes a serem considerados em dietas de criação de leitoas.

As vitaminas são indispensáveis para um crescimento adequado, mas também para garantir o funcionamento do sistema nervoso, do sistema imunológico, do sistema reprodutor, do desenvolvimento ósseo e da reparação celular. Elas não fornecem energia, e cada vitamina desempenha funções específicas que nenhuma outra é capaz de exercer.

A redução de custos na formulação de rações para suínos não depende de uma única ação, mas sim da integração estratégica de múltiplos fatores: precisão na formulação, seleção de ingredientes, uso de tecnologias e gestão eficiente do modelo de nutrição e das compras.



Após o desmame, a produção endógena de ácido clorídrico ainda é limitada, o que eleva o pH estomacal e compromete a atividade da pepsina, afetando a digestibilidade das proteínas e favorecendo o crescimento de patógenos.

Neste segundo artigo do projeto WelfarePIGnet são descritas algumas práticas de melhoria do acesso dos suínos à ração e à água de bebida, incluindo os custos que sua implementação implicaria.

A qualidade é essencial para a sustentabilidade, confiabilidade e rentabilidade de qualquer tipo de negócio. Na produção de suínos também podemos aplicar o conceito integral de qualidade desde a compra de insumos e ração.

O estresse térmico torna os suínos especialmente vulneráveis devido à sua capacidade limitada de dissipar o calor corporal, e a seleção genética voltada para maior produtividade reduziu ainda mais sua tolerância ao calor. A produção de calor aumenta com a melhora dos resultados técnicos e, com isso, as linhagens atuais produzem 30% mais calor do que na década de 1980.

Nesta edição, vamos descobrir como o estresse por calor afeta o sistema digestivo dos suínos.

A aplicação da alimentação de precisão por meio do uso de dosadores eletrônicos melhora o desempenho das matrizes e de seus leitões, ao mesmo tempo em que oferece benefícios econômicos, ambientais e de bem-estar animal.

As patologias digestivas em suínos, que antes eram tratadas individualmente contra um único patógeno, hoje formam um complexo digestivo suíno que deve ser enfrentado a partir de vários pontos de ação.

O estudo confirma o impacto negativo do estresse térmico, tanto crônico quanto agudo, sobre o consumo de ração em fêmeas lactantes, e valida estratégias nutricionais e de manejo para mitigá-lo.

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