
Vacinas contra parvovirus suíno
Este artigo apresenta as principais características das vacinas comerciais utilizadas para o controle da parvovirose suína.

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Este artigo apresenta as principais características das vacinas comerciais utilizadas para o controle da parvovirose suína.

Após a interpretação das lesões, devemos proceder à coleta de amostras.

Na quarta parte do manual abordamos o exame dos órgãos da cavidade torácica.

Os beta-glucanos são excelentes compostos bioativos que podem nos ajudar a melhorar a imunidade passiva de uma forma prática e econômica.

Neste último artigo da série falamos sobre as principais causas da “falha vacinal”, ou seja, quando dizemos que não temos certeza se as vacinas estão funcionando, total ou parcialmente.

Enquanto nas duas primeiras entregas abordamos a necropsia em decúbito lateral, nesta terceira parcela explicaremos como realizar em decúbito dorsal.

A histopatologia pode fornecer uma estrutura sólida para estabelecer a verdadeira causa de um problema clínico.

Nesta segunda parte vemos a extração do conjunto língua-traquéia-pulmões-coração. Extrairemos os órgãos da cavidade abdominal, tanto o sistema digestivo quanto os sistemas urinário e genital. Na cabeça acessaremos as conchas nasais e o cérebro e cerebelo.

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A nutrição desempenha um papel proeminente na resposta imunológica. A interação de diferentes componentes da dieta juntamente com outros fatores como o ambiente, o status sanitário ou a genética desempenham um papel importante na modulação da resposta imune.

Os modelos de aerossol abrem um novo leque de possibilidades para abordar a falta de conhecimento sobre a infecção, doença, tratamento e controle de M. hyopneumoniae.

Estamos iniciando uma nova seção, coordenada pela equipe de anatomia patológica da Universidade de Córdoba, que nos mostrará, de forma muito visual e prática, como realizar uma necropsia em um suíno.

A edição genética representa um avanço tecnológico significativo que devemos conhecer e compreender adequadamente devido ao seu potencial impacto na indústria suína. Haverá animais resistentes a doenças virais?

Nesta granja construíram uma pequena rampa para vacinar uma baia inteira de leitões em tempo recorde.

Por diversas razões, a Polônia não conseguiu controlar PSA em javalis e suínos. Quais medidas este país aplicou durante estes 10 anos e por que não foram suficientes?

Após um surto de PRRS, as granjas que trabalhavam em bandas recuperaram a sua produção mais cedo, apresentaram menos tempo para estabilizar e perderam menos leitões totais do que as granjas que trabalharam com lotes semanais.

Revisamos as vias de aplicação das vacinas, seu modo de aplicação dependendo da categoria do animal e o manejo do material vacinal.



As vacinas autógenas podem nos ajudar a controlar os estreptococos? O que devemos levar em conta?

O controle das moscas não deve ser realizado apenas no verão, pois elas desempenham um papel importante na transmissão de doenças e no bem-estar dos animais e das pessoas.

Este artigo descreve as principais características das vacinas comerciais para o combate à circovirose suína.

O que fazer e o que não fazer no armazenamento de vacinas em relação à localização, controle térmico, manutenção e rastreabilidade.

Com mortalidades de até 40%, embora inicialmente o foco fosse nas úlceras, após os primeiros atendimentos passou-se a dar maior importância aos danos hepáticos e à suspeita de um processo de intoxicação.

Para garantir que as vacinas funcionam corretamente, devemos controlar muito bem alguns pontos críticos em seu manejo.

A pesquisa da 3tres3 revela perspectivas promissoras, mas com amplo espaço para melhorias na biosseguridade.

Para reduzir a mortalidade é fundamental ter um diagnóstico de quais são as causas. Para isso, será necessário saber responder quatro questões básicas: como, quem, quando e onde. Neste artigo abordamos os dois últimos.


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A modulação da microbiota parece influenciar a presença de S. suis e a expressão dos seus fatores de virulência.

Para reduzir a mortalidade é fundamental ter um diagnóstico de quais são as causas. Para isso, será necessário saber responder quatro questões básicas: como, quem, quando e onde. Neste artigo abordamos os dois primeiros.

Quais métodos de diagnóstico laboratorial posso usar para diagnosticar a febre aftosa? Qual devo escolher com base na situação? Como interpreto os resultados?

A detecção de lesões pulmonares no frigorífico também permite estimar perdas econômicas.

Por fim, o despovoamento foi a opção para reduzir a mortalidade e o uso excessivo de antibióticos no desmame e nas fases posteriores.

Quais métodos de diagnóstico laboratorial posso utilizar para diagnosticar APP em suínos? Qual devo escolher com base na situação? Como interpreto os resultados?

Montse Torremorell nos conta diferentes alternativas com as quais estão trabalhando para obter amostras de animais vivos a um custo razoável.

Eles variam desde comunicação veterinário-suinocultor, estabilidade e solubilidade do produto, padrão de consumo, limpeza...


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