
Produção de grãos na safra 2024/25 deve ser recorde
O resultado reflete tanto um aumento na área plantada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como em uma recuperação na produtividade média das lavouras, projetada em 4.023 quilos por hectare.

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O resultado reflete tanto um aumento na área plantada, estimada em 81,6 milhões de hectares, como em uma recuperação na produtividade média das lavouras, projetada em 4.023 quilos por hectare.

Compradores brasileiros seguem ativos, mas com dificuldades em adquirir novos lotes, tendo em vista que esbarram na baixa disponibilidade e nos maiores valores pedidos por vendedores.

Os aumentos se devem à maior presença de compradores no mercado spot, a dificuldades logísticas e aos baixos estoques domésticos.

O impulso vem da menor disponibilidade do cereal no spot nacional e do maior interesse de compradores.

Em comparação com o relatório de janeiro, foram feitos cortes significativos nas colheitas de milho da América do Sul, bem como nas exportações do Brasil e da Ucrânia, o que estaria relacionado com a queda nas importações chinesas do grão. Em relação à soja, foi novamente projetada uma redução na colheita e nos estoques finais em nível global, o que seria devido à menor produção na Argentina.

Produtores seguem voltados à colheita da safra verão.

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O beneficiamento da oleaginosa bate recorde em dezembro e confirma a boa atividade do setor. A forte procura de milho impulsiona ainda mais os embarques de cereais, que superaram as exportações de trigo.

A pressão veio do avanço da colheita da safra 2024/25 no Brasil, das reduções das retenções sobre o complexo soja na Argentina e da desvalorização cambial.

a demanda está aquecida, com parte dos consumidores buscando recompor os estoques.

O bom desempenho acompanha o clima favorável registrado durante o desenvolvimento das culturas de primeira safra.

Os fabricantes de alimentos estão preocupados com o direito antidumping provisório sobre as importações de lisina originária da China.

Como quarto maior produtor de grãos do país, o Estado apresenta participação de 10,5% na produção nacional.




A necessidade de repor estoques manteve parte dos compradores ativa no spot nacional ao longo da última semana, enquanto produtores seguiram focados nos trabalhos de campo.

Em comparação com o relatório de dezembro, houve um recorte importante na produção e estoques finais dos EUA, enquanto, para a China, se estimava uma maior colheita e menores importações. No que diz respeito à soja, foi projetada uma diminuição na compra e estoques finais em nível global, derivadas de uma menor previsão para a produção nos Estados Unidos.

A China busca implementar ações de economia de grãos na indústria pecuária para melhorar a eficiência e economizar grãos.

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do milho iniciaram 2025 em alta.

O ano de 2025 se inicia com cenários distintos nos mercados interno e externo de milho.

O Brasil, maior exportador global de soja, viu redução no volume exportado em 2024 em comparação aos recordes de 2023.


De acordo com o Centro de Pesquisas, o suporte vem sobretudo da retração de vendedores.

A previsão é de que esta implantação terá início em 2026, tornando o complexo industrial um produtor de farelo e óleo de soja, com destino ao mercado interno e também para exportação.

Na comparação com o relatório de novembro, foram estimadas maiores exportações de milho para os Estados Unidos, o que explicaria, em parte, a diminuição dos estoques finais do grão. Em relação à soja, projeta-se um ligeiro aumento na colheita global e um aumento significativo na produção na Argentina.

No geral, a liquidez do grão é baixa.

O movimento de alta dos preços do milho, que vinha sendo verificado desde agosto, foi interrompido na última semana em parte das regiões.

Melhora do clima, as exportações em ritmo lento e as quedas dos contratos externos levaram demandantes a apostar em enfraquecimento nos valores domésticos.


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