
China pretende reduzir uso de grãos na alimentação animal
A China busca implementar ações de economia de grãos na indústria pecuária para melhorar a eficiência e economizar grãos.

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A China busca implementar ações de economia de grãos na indústria pecuária para melhorar a eficiência e economizar grãos.

Levantamentos do Cepea mostram que os preços do milho iniciaram 2025 em alta.

O ano de 2025 se inicia com cenários distintos nos mercados interno e externo de milho.

O Brasil, maior exportador global de soja, viu redução no volume exportado em 2024 em comparação aos recordes de 2023.

De acordo com o Centro de Pesquisas, o suporte vem sobretudo da retração de vendedores.

A previsão é de que esta implantação terá início em 2026, tornando o complexo industrial um produtor de farelo e óleo de soja, com destino ao mercado interno e também para exportação.

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Na comparação com o relatório de novembro, foram estimadas maiores exportações de milho para os Estados Unidos, o que explicaria, em parte, a diminuição dos estoques finais do grão. Em relação à soja, projeta-se um ligeiro aumento na colheita global e um aumento significativo na produção na Argentina.

No geral, a liquidez do grão é baixa.

O movimento de alta dos preços do milho, que vinha sendo verificado desde agosto, foi interrompido na última semana em parte das regiões.

Melhora do clima, as exportações em ritmo lento e as quedas dos contratos externos levaram demandantes a apostar em enfraquecimento nos valores domésticos.

Em relação ao relatório de outubro, foram feitos cortes nas lavouras de milho dos Estados Unidos e da União Europeia. Da mesma forma, foram estimadas menores exportações para o Brasil e uma queda significativa nas importações de grãos da China. Em relação à soja, as projeções de produção e estoques finais em nível global foram ajustadas para baixo, isso decorreu da menor produção da oleaginosa nos Estados Unidos.

O movimento de alta foi sustentado pela demanda interna aquecida e pela retração de vendedores no decorrer de outubro.


Segundo estudo do Mapa, soja, milho de segunda safra e trigo devem continuar puxando o crescimento da produção de grãos.

No campo, a semeadura da safra verão vem avançando na maior parte das regiões, favorecida pelo retorno das chuvas.

O impulso continua vindo da retração vendedora e da demanda aquecida.

O impulso vem da retração de produtores.

O impulso vem sobretudo da retração de vendedores, que estão priorizando os trabalhos de campo e atentos ao clima quente e seco em partes das praças produtoras de safra verão.

A estratégia adotada por cooperativas e empresas busca agregar mais valor aos produtos, o que beneficia toda a cadeia produtiva e alavanca a economia estadual.



Até o dia 15 de setembro, a semeadura da safra 2024/25 de milho alcançou 12% da área nacional, contra 9,7% na semana anterior e 15% no mesmo período de 2023.

Nem mesmo as estimativas da Conab e do USDA apontando produções elevadas no Brasil e no mundo foram suficientes para conter as altas internas.

Quanto aos embarques, em agosto, somaram 6,06 milhões de toneladas do cereal, praticamente o dobro das 3,55 milhões escoadas em julho.

Além da maior demanda da China e da valorização externa, parte dos sojicultores domésticos segue resistente em negociar o remanescente da safra 2023/24.

Muitos produtores começam a elevar as cotações pedidas em novos negócios, enquanto outros comercializam apenas lotes para exportação.

Produtores voltaram a reduzir o volume de lotes ofertado no spot nacional, resultando em aumento nas cotações do cereal na maior parte das praças.


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