
MS: Estiagem provocou queda de 34,6% no volume estimado da soja
Para se ter uma ideia da dimensão dessa quebra na safra, o Estado deixou de colher um volume equivalente ao que exporta todos os anos (4 milhões de toneladas de soja).

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Para se ter uma ideia da dimensão dessa quebra na safra, o Estado deixou de colher um volume equivalente ao que exporta todos os anos (4 milhões de toneladas de soja).

USDA publicou novos relatórios sobre oferta e demanda de grãos e oleaginosas, nos quais foram novamente feitos cortes significativos nas lavouras de soja na América do Sul.

Os preços do milho seguem em queda, refletindo a retração de compradores, à espera de novas desvalorizações.

A estimativa é aumento de 7% da área plantada com soja em relação a safra 2020/2021, e a de milho é uma retração de 12,6% em relação a área ocupada na safra passada.

O recuo esteve atrelado à oscilação cambial, à finalização da colheita no País e à menor demanda pela oleaginosa brasileira.

A produção nacional da segunda safra de milho deve ficar acima das expectativas, esse cenário tem afastado compradores, mantendo os preços do cereal em queda.

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Levantamento da Conab aponta desempenho expressivo de milho e soja. Com queda de produção no Sul por problemas climáticos, Estado deve assumir a segunda posição no ranking nacional da sojicultura.

O avanço da colheita da safra 21/22 na América do Sul também pesou sobre os valores internos da oleaginosa, mesmo que o volume total a ser produzido seja bem menor que o da temporada anterior.

Os preços do milho seguem acumulando quedas no mercado brasileiro. O movimento de baixa esteve mais intenso no início da última semana, quando vendedores, estavam mais flexíveis nos valores de negociação.

Comissão autorizou três culturas geneticamente modificadas e renovou a autorização de outra destinada ao consumo humano e animal.

Produtores precisam comercializar lotes da safra verão, que começa a ganhar ritmo no Sudeste brasileiro.

A pressão veio da desvalorização do dólar frente ao Real, da proximidade da finalização da colheita de soja em importantes áreas do Brasil.




Se de um lado o produtor obteve uma fonte extra de renda, do outro as agroindústrias reduziram os custos e se tornaram mais competitivas.

As cotações do milho no porto de Paranaguá (PR) vêm avançando com expressividade neste mês, impulsionadas pela maior demanda internacional e pelos aumentos nos preços externos.

Os preços foram impulsionados pela firme demanda doméstica e pelo expressivo aumento na procura externa.

As exigências específicas para importação de milho da Argentina e do Brasil estão flexibilizadas, para compensar a paralisação das importações da Ucrânia.

Com as demandas interna e externa aquecidas, as cotações do milho estão em alta no Brasil.

A Federação Russa e a Ucrânia desempenham um papel importante na produção e fornecimento mundial de alimentos e fertilizantes.


Devido ao estado atual, o governo estabeleceu novas regras para a exportação de uma série de produtos agrícolas.

Houve um incremento de 4,3% na área a ser plantada, influenciado pelo crescimento da área de soja e de milho.

O Índice de Preços de Cereais da FAO registrou um aumento de 14,8% em fevereiro em relação a fevereiro de 2021.

Os preços do milho voltaram a subir nos mercados interno e externo na última semana.

Vários Estados-Membros solicitaram estratégia para reforçar a resiliência e a soberania alimentar da União Europeia (UE).

Com as demandas interna e externa aquecidas, a disputa entre agentes domésticos e internacionais segue acirrada.


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