
Fraca demanda por milho pressiona indicador em 10% no mês
Levantamento do Cepea aponta que, no acumulado de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho (região de Campinas-SP) caiu 9,9%.

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Levantamento do Cepea aponta que, no acumulado de janeiro, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho (região de Campinas-SP) caiu 9,9%.

Os valores chegaram a esboçar reação na última semana, mas a retração compradora ainda predominou no balanço do período.

A pressão vem da menor demanda e da flexibilidade de parte dos vendedores.

Em comparação com o relatório de dezembro, as estimativas para a produção mundial de milho melhoraram, prevendo colheitas maiores para os Estados Unidos, China e Brasil. Em relação à soja, a projeção para a produção brasileira foi novamente cortada e as previsões para Argentina e Estados Unidos foram aumentadas, mantendo intacta a estimativa de colheita global da oleaginosa.

O volume representa uma queda de 13,5 milhões de toneladas ao obtido em 2022/23.

O evento está marcado para dia 26 de março, das 08 às 19:30 horas, no Auditório do Espaço Fernando Sabino da Universidade Federal de Viçosa (MG).

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Estimativa é apontada em estudo da Emater-MG, que também prevê aumento da área cultivada.

A forte retração de vendedores, que seguem preocupados com o clima e com os possíveis impactos sobre a oferta dos próximos meses, tem mantido o ritmo de negócios lento no spot nacional.

Em comparação com o relatório de novembro, as estimativas para a produção e comércio mundial de milho melhoraram ligeiramente, tendo em conta o possível aumento da colheita ucraniana e o aumento das exportações dos EUA. Em relação à oleaginosa, a projeção para a colheita brasileira foi cortada em 2 milhões de toneladas, porém, a previsão mais alta para suas exportações, o que provavelmente seria sustentada pela maior demanda por soja por parte da China.

A área deste ano é 18% menor que a do último ciclo, quando a primeira safra se estendeu por 379,1 mil hectares.

Montante ligeiramente superior àquele apurado durante o mesmo período do ano passado.

Em 2022, o Brasil exportou para a Tailândia a soma de US$ 3,14 bilhões em produtos agropecuários, com o embarque de 5,58 milhões de toneladas.


O impulso vem sobretudo da retração de vendedores, que estão atentos aos impactos do clima no avanço da semeadura da safra verão e às exportações aquecidas.

Em comparação com o relatório de outubro passado, as estimativas para a produção e exportações globais de milho melhoraram, antecipando uma colheita maior nos EUA. Em relação à soja, foi projetado pequeno aumento na produção mundial e diminuição nos estoques finais da oleaginosa.

Voltando a operar na casa dos R$ 60 por saca de 60 kg na semana passada.

Pesquisadores do Cepea indicam que a pressão veio das desvalorizações externa e do dólar.

Resistente à seca, grão é uma boa alternativa para substituir o milho na ração animal.

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Esse cenário está atrelado à cautela de compradores, que evitam fechar grandes volumes do cereal.

Em relação ao relatório de setembro, as estimativas de produção e exportação do milho permaneceram intactas, enquanto para a soja houve corte significativo nos estoques finais da oleaginosa.

Para a soja, principal grão cultivado no país, as estimativas são de crescimento tanto na área como na produtividade.

No Milho silagem estima-se que cerca de 30% da área destinada ao corte de plantas inteiras para ensilagem já tenha sido plantada.

Alimentação animal avança moderadamente, com 2% de crescimento no primeiro semestre comparado ao mesmo período do exercício anterior.

Nas praças produtoras de segunda safra e nas que possuem estoques elevados os valores do milho caem, nas regiões consumidoras e/ou que têm apenas plantio da safra verão, as cotações sobem.


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