
FAO prevê maior produção e exportações de carne em 2025
A produção e o comércio globais de carne suína devem crescer este ano.

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A produção e o comércio globais de carne suína devem crescer este ano.

A FAO espera aumento na produção de todos os principais cereais, com a maior alta anual prevista para o milho.

Inspeções são realizadas para verificar o cumprimento das normas de segurança alimentar e de comércio justo.

Resultado se apresenta estável se comparado com o volume estimado no primeiro levantamento da Companhia para a atual safra.

O acordo permitirá que as exportações provenientes de zonas livres continuem mesmo em caso de um surto de peste suína africana na Espanha.

A medida foi proposta pela Comissão Nacional de Emergências e Desastres Agropecuários, em conformidade com a Lei 26.509.

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Os preços foram influenciados pelo tradicional incremento de demanda em início de mês.

A ação mostra que a proteína pode ser protagonista em qualquer ocasião, desde refeições do dia a dia até eventos especiais.

Novas regras para fortalecer as defesas do país contra a PSA, garantindo ao mesmo tempo a importação segura de suínos e produtos suínos.

No contexto nacional, Santa Catarina respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de carne suína entre janeiro e outubro.

O Índice de Preços de Cereais da FAO caiu 1,3% em relação a setembro.

Quedas acentuadas nos preços da carne suína e de aves impulsionaram a redução após oito meses consecutivos de alta.



Alta acumulada no ano chega a 12,9% e projeta crescimento para 2025; receita obtida entre janeiro e outubro de 2025 supera total de 12 meses de 2024.

Os preços do milho seguem firmes no Brasil, com produtores focados na safra de verão e exportações em leve queda. Já a soja brasileira registra recorde de exportações de farelo e grão, com demanda aquecida e plantio beneficiado pelas chuvas.

Faturamento com exportações de Santa Catarina foi o maior para um mês de outubro desde o início da série histórica.

País africano de quase 70 milhões de habitantes representa nova oportunidade para a proteína animal brasileira.

Até esta habilitação, o Suriname não importava carne suína do Brasil.

Valores acima apenas do volume de junho de 2025.



Os Estados Unidos chegam a um acordo com a China sobre relações econômicas e comerciais.

Ao contrário da tendência de queda observada nos últimos quatro meses, as importações de carne suína registraram um aumento mensal de 33% em setembro.

Os contratos para embarque em 2026 retornaram a patamares negativos, movimento que não era observado desde julho deste ano.

A França e o Japão concluíram, em 29 de outubro de 2025, um acordo de regionalização relativo à peste suína africana (PPA).

As altas de preços só não foram mais intensas porque parte dos consumidores utiliza estoques em detrimento de realizar novas aquisições.

De acordo com o relatório trimestral de suínos do Rabobank, o número global de matrizes deve diminuir em 2026, à medida que os desafios relacionados ao comércio e à saúde permanecem.

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