
Interporc propõe a modificação da extensão da norma do suíno de capa branca
O aparecimento da PSA na Espanha implicou a necessidade de reforçar as atividades da atual extensão da norma.

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O aparecimento da PSA na Espanha implicou a necessidade de reforçar as atividades da atual extensão da norma.

Certificação para ovos, auditorias sanitárias e ampliação de estados habilitados marcam novos passos nas negociações.

Foram mais de 60 milhões de cabeças abatidas no ano passado, gerando 5,6 milhões de toneladas de carne.

São contempladas duas zonas: a zona um, de vigilância, onde não foram registrados casos, e a zona dois, que compreende a área na qual foram detectados os focos.

ASUMAS reforça a importância da qualificação técnica, do avanço no licenciamento ambiental, para fortalecer a cadeia produtiva em Mato Grosso do Sul.

Espera-se uma tendência de alta na produção total e nas exportações de carne suína no período de 2027 a 2035.

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A suinocultura brasileira encerrou 2025 com crescimento significativo na produção e nas exportações, que novamente bateram recordes, reafirmando mais uma vez sua importante posição no mercado internacional de carne suína.

Setor alcançou 28,58 milhões de trabalhadores no período.

Dos 7 novos casos confirmados, um está localizado no município de Sant Feliu de Llobregat, que passa a integrar a zona de alto risco. Por outro lado, está em andamento o trabalho com a Comissão Europeia para transformar a atual Zona infectada em Zonas I e II.

O desempenho de 2025 reforça a tendência de recuperação e expansão observada no setor nos últimos anos.

Este último relatório mostra uma retomada na produção mundial de milho, com Estados Unidos, China e Argentina liderando os aumentos, enquanto Brasil e União Europeia registram recuos. As exportações globais se expandem de forma significativa, lideradas pelos Estados Unidos, e a demanda internacional cresce impulsionada por México, União Europeia, Vietnã e por um aumento expressivo das compras da China.
No caso da soja, o cenário é mais estável: o Brasil consolida sua liderança com maiores colheitas e exportações, enquanto os Estados Unidos reduzem a produção e as vendas externas. A demanda internacional se mantém firme, com a China como principal compradora, e os estoques globais apresentam uma leve recuperação.

Os países acordaram novos acessos comerciais e fortalecerão a pesquisa agropecuária conjunta.



Os incentivos abrangem serviços essenciais para a implantação, ampliação e modernização das granjas.

Na terça-feira, os deputados do Parlamento Europeu aprovaram salvaguardas adicionais para evitar prejuízos ao setor agrícola europeu após a liberalização comercial com os países do Mercosul.

Resultados em volume e receita são recordes para o período nas duas proteínas.

A queda refletiu principalmente a redução dos preços internacionais da carne suína.

Os preços mundiais do trigo permaneceram, de modo geral, estáveis em janeiro, enquanto os preços do milho continuaram em queda e os preços da cevada apresentaram aumento moderado.

O status permitiu um o avanço recente sobre o mercado peruano e o Estado agora trabalha para conquistar espaços nos Estados Unidos e Canadá.



O aumento do consumo per capita de carnes no país foi impulsionado principalmente pela carne suína, que registrou o maior crescimento interanual e consolidou seu posicionamento na mesa dos argentinos.

A pressão sobre as cotações veio sobretudo do desaquecimento das demandas interna e externa.

As reduções já eram esperadas e fazem parte de um movimento cíclico do mercado, especialmente em função das férias coletivas adotadas por grandes frigoríficos no fim do ano, o que reduz o ritmo de abates

Presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, destaca que valores atuais ainda superam o início de 2025, celebra a posição do Brasil como 3º maior exportador mundial e prevê estabilidade nos custos de produção.

As exportações de carne suína dos Estados Unidos permaneceram relativamente fortes em novembro, mas ficaram abaixo do volume elevado registrado em novembro de 2024.

O Rabobank vê os mercados globais de carne suína em 2026 definidos por rebanhos mais restritos, mudanças nas políticas comerciais e pressões sanitárias persistentes.

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