
Paraná consolida liderança na exportação de suínos reprodutores
Em 2025, o Paraná foi responsável por 62,1% da receita nacional de exportação de suínos de alto valor genético.

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Em 2025, o Paraná foi responsável por 62,1% da receita nacional de exportação de suínos de alto valor genético.

O país importou mais de US$ 1,8 bilhão em produtos agropecuários brasileiros no ano passado.

O ganho de competitividade frente à carne de boi neste mês também é influenciado pelo avanço no preço da carcaça casada bovina.

O aparecimento da PSA na Espanha implicou a necessidade de reforçar as atividades da atual extensão da norma.

Certificação para ovos, auditorias sanitárias e ampliação de estados habilitados marcam novos passos nas negociações.

Foram mais de 60 milhões de cabeças abatidas no ano passado, gerando 5,6 milhões de toneladas de carne.

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São contempladas duas zonas: a zona um, de vigilância, onde não foram registrados casos, e a zona dois, que compreende a área na qual foram detectados os focos.

Setor alcançou 28,58 milhões de trabalhadores no período.

O desempenho de 2025 reforça a tendência de recuperação e expansão observada no setor nos últimos anos.

A suinocultura brasileira encerrou 2025 com crescimento significativo na produção e nas exportações, que novamente bateram recordes, reafirmando mais uma vez sua importante posição no mercado internacional de carne suína.

ASUMAS reforça a importância da qualificação técnica, do avanço no licenciamento ambiental, para fortalecer a cadeia produtiva em Mato Grosso do Sul.

Espera-se uma tendência de alta na produção total e nas exportações de carne suína no período de 2027 a 2035.



Dos 7 novos casos confirmados, um está localizado no município de Sant Feliu de Llobregat, que passa a integrar a zona de alto risco. Por outro lado, está em andamento o trabalho com a Comissão Europeia para transformar a atual Zona infectada em Zonas I e II.

Este último relatório mostra uma retomada na produção mundial de milho, com Estados Unidos, China e Argentina liderando os aumentos, enquanto Brasil e União Europeia registram recuos. As exportações globais se expandem de forma significativa, lideradas pelos Estados Unidos, e a demanda internacional cresce impulsionada por México, União Europeia, Vietnã e por um aumento expressivo das compras da China.
No caso da soja, o cenário é mais estável: o Brasil consolida sua liderança com maiores colheitas e exportações, enquanto os Estados Unidos reduzem a produção e as vendas externas. A demanda internacional se mantém firme, com a China como principal compradora, e os estoques globais apresentam uma leve recuperação.

Os países acordaram novos acessos comerciais e fortalecerão a pesquisa agropecuária conjunta.

Os incentivos abrangem serviços essenciais para a implantação, ampliação e modernização das granjas.

Na terça-feira, os deputados do Parlamento Europeu aprovaram salvaguardas adicionais para evitar prejuízos ao setor agrícola europeu após a liberalização comercial com os países do Mercosul.

Os preços mundiais do trigo permaneceram, de modo geral, estáveis em janeiro, enquanto os preços do milho continuaram em queda e os preços da cevada apresentaram aumento moderado.


O aumento do consumo per capita de carnes no país foi impulsionado principalmente pela carne suína, que registrou o maior crescimento interanual e consolidou seu posicionamento na mesa dos argentinos.

Resultados em volume e receita são recordes para o período nas duas proteínas.

A queda refletiu principalmente a redução dos preços internacionais da carne suína.

O status permitiu um o avanço recente sobre o mercado peruano e o Estado agora trabalha para conquistar espaços nos Estados Unidos e Canadá.

A pressão sobre as cotações veio sobretudo do desaquecimento das demandas interna e externa.

Presidente da ACCS, Losivanio Luiz de Lorenzi, destaca que valores atuais ainda superam o início de 2025, celebra a posição do Brasil como 3º maior exportador mundial e prevê estabilidade nos custos de produção.

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