
Argentina: inicia 2025 com aumento na produção de carne suína
Janeiro consolidou uma produção superior a 60 mil toneladas, o valor mais elevado registado para o mesmo mês nos anos anteriores.

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Janeiro consolidou uma produção superior a 60 mil toneladas, o valor mais elevado registado para o mesmo mês nos anos anteriores.

Dados da Epagri/Cepa apontam que os resultados de janeiro de 2025 são os melhores para o período desde o início da série histórica, em 1997, tanto em quantidade quanto em receita.

Além da oferta reduzida de animais em peso ideal abate, as demandas interna e sobretudo externa têm reforçado o movimento de alta nas cotações do suíno vivo no mercado independente.

A ração destacou-se como o principal componente de custo, com um aumento de +1,3% no mês e +5,9% no acumulado dos últimos doze meses, atingindo uma participação de 72,8% no custo total de produção.

Com os resultados do ano passado, a suinocultura colombiana subiu para a quarta posição no ranking dos produtores de carne suína da América Latina.

Produtores seguem voltados à colheita da safra verão.

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O ligeiro aumento da produção, aliado ao aumento significativo do volume das importações e à diminuição das exportações, sugerem uma recuperação do consumo aparente, que mais do que regressou aos níveis de 2022.

A Nigéria é o maior produtor de carne suína da África, com uma produção anual de mais de 303.000 toneladas métricas.

Sob a supervisão do Rosselkhoznadzor, o primeiro lote de carne suína em 2025 foi enviado de Tomsk para Hong Kong.

A lenta liquidez em janeiro já era esperada pelo setor, tendo em vista as despesas extras da população nesse período e as férias escolares, que enfraquecem o poder de compra do consumidor.

Os Ministros da Agricultura da CAS debateram as oportunidades e desafios que o acordo entre o Mercosul e a União Europeia representa para o comércio agroalimentar na região.

O impulso vem das aquecidas demandas interna e internacional.



O declínio foi motivado pelos menores preços internacionais da carne ovina, suína e de aves, que superaram os aumentos nas cotações da carne bovina.

O beneficiamento da oleaginosa bate recorde em dezembro e confirma a boa atividade do setor. A forte procura de milho impulsiona ainda mais os embarques de cereais, que superaram as exportações de trigo.

No 4° trimestre de 2024, abate de suínos somou 14,23 milhões de cabeças.

A produção de carne aumentou pela primeira vez desde 2016, após sete anos consecutivos de declínio.

As exportações de carne suína dos EUA superaram recordes anteriores em volume e valor em 2024.

Os preços de exportação do trigo caíram ligeiramente, enquanto os preços mundiais do milho aumentaram.


São Paulo liderou as exportações, com uma participação de 44% na receita total (US$ 385 mil), seguido pelo Paraná, com 37% (US$ 329 mil), e por Minas Gerais, com 19% (US$ 167 mil).

As vendas seguiram lentas, o que já era esperada pelo setor, tendo em vista as despesas extras da população nesse período e as férias escolares, que enfraquecem o poder de compra do consumidor.

Após uma apresentação da Comissão, os ministros trocaram opiniões sobre duas propostas legislativas publicadas recentemente que visam fortalecer a posição dos agricultores na cadeia de suprimentos agroalimentares e responder a alguns dos desafios mais urgentes que o setor agrícola enfrenta.

A suinocultura no Equador apresentou um crescimento notável nos últimos anos, em parte graças à modernização que melhorou seus índices de eficiência. Actualmente, a indústria suína não só satisfaz quase a totalidade da procura interna de carne de porco, como também se projecta para a expansão nos mercados internacionais, com perspectivas muito promissoras para o futuro.

A pressão veio do avanço da colheita da safra 2024/25 no Brasil, das reduções das retenções sobre o complexo soja na Argentina e da desvalorização cambial.

A China reduz as suas importações de carne suína em 2024, enquanto a produção permanece elevada.

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