
Estônia: reemergência da Peste Suína Africana atinge 20% da população de suínos
Houve 10 surtos em suínos domésticos em um curto período de tempo.

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Houve 10 surtos em suínos domésticos em um curto período de tempo.

A Pesquisa da Pecuária Municipal - PPM investiga, anualmente, informações sobre os principais efetivos das espécies animais criadas.

A queda do dólar reduziu o interesse em grandes negociações de soja, enquanto estimativas da Conab projetam safra recorde em 2025/26. No milho, preços seguem firmes no mercado interno, com cautela dos vendedores e exportações ganhando ritmo em setembro.

A produção total de grãos deve atingir um nível recorde, com aumentos para todas as culturas, exceto o centeio.

A medida do Senasa busca reforçar as exigências técnicas e sanitárias que os veículos devem cumprir em todo o território nacional.

A produção de carne suína australiana deve alcançar seu quarto ano consecutivo de crescimento em 2026. O consumo interno e as importações de carne suína também devem aumentar ligeiramente.

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Volume previsto, caso se confirme, representa um novo recorde na série histórica da Conab.

Reconhecimento do Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica impulsionou o aumento das exportações para o país.

Em Santa Catarina, o custo de produção do quilo do suíno vivo foi de R$ 6,24 em agosto, alta de 1,82% em relação ao mês anterior.

O Acordo de Livre Comércio criará uma zona de livre comércio com quase 300 milhões de pessoas e um PIB combinado de mais de 4,3 trilhões de dólares.

Firme demanda interna e posição mais cautelosa de vendedores limitam o volume disponível.

Julho registrou o volume de abate mais alto no que vai do ano com mais de 584.000 cabeças.



Medidas antidumping provisórias significam tarifas de até 62% para alguns exportadores de carne suína da UE.

Estado mantém liderança nacional na suinocultura, registrando recordes em receitas e volume exportado.

Esse incremento vem acompanhado por um recorde no nível de consumo de quase 18 kg per capita ao ano.

O Estado manteve-se na vice-liderança nacional, sendo responsável por 21,7% da produção brasileira.

Há certo equilíbrio entre a oferta e a demanda por animais no mercado independente de suíno vivo.

A valorização do dólar frente ao Real aumenta a competitividade do produto nacional e estimula as negociações internas.

O setor produtivo nacional terá novas oportunidades de negócio para cortes menos consumidos no mercado doméstico.



A alta foi impulsionada pela continuidade da elevação dos preços da carne bovina e ovina, que superou as cotações em grande parte estáveis da carne suína e a queda nos preços da carne de aves.

Espera-se uma produção estável de carne suína e uma redução nas importações de carne suína em 2026.

Receita no período foi 6,7% maior.

Os preços internacionais do trigo e do sorgo caíram em relação ao mês anterior, enquanto os preços do milho e da cevada aumentaram.

O agronegócio brasileiro tem evidenciado sua resiliência ao longo de 2025. Mesmo diante dos grandes desafios enfrentados neste ano (como o caso de gripe aviária em maio e as imposições de tarifas por parte dos Estados Unidos), o desempenho das vendas externas vem se mantendo firme.

Espera-se um aumento na demanda por carne suína, impulsionado pelo crescimento populacional e pela expansão do consumo comercial.


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