
Preço do suíno vivo em alta
Mesmo em fim de mês, mercado se aquece.

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Mesmo em fim de mês, mercado se aquece.

Maior demanda pelo grão e da valorização do dólar acirraram a disputa entre consumidores domésticos e importadores.

O fornecimento de carne suína da China aumentou recentemente, levando a uma ligeira queda nos preços da carne suína.

Embora o número de julho tenha sido 9,5% superior ao de junho, ainda ficou abaixo do nível registrado no mesmo mês do ano anterior.

Em relação ao relatório anterior, foram estimados aumentos importantes na produção, no comércio internacional e nos estoques finais de milho em nível global, derivados de uma maior previsão para a colheita norte-americana. No entanto, as projeções mundiais para a soja foram ajustadas para baixo, devido à contração esperada na produção da oleaginosa nos Estados Unidos.

Poder de compra do suinocultor paulista cai em agosto, com alta de milho e farelo de soja, aponta Cepea, apesar da demanda firme por carne suína.

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Soja e milho batem recorde de produção em 2025, com 165,5 e 137,6 milhões de toneladas, respectivamente.

As novas regulamentações pretendem estabelecer uma cadeia de suprimentos de suínos mais justa.

O abate de suínos cresceu no 2º trimestre de 2025, tanto em relação ao 2º trimestre de 2024 quanto ao 1º trimestre de 2025.

Representantes de Mato Grosso do Sul iniciaram conversas estratégicas para ampliar o acesso das carnes bovina e suína produzida no Estado ao mercado japonês.

Preços do suíno vivo e da carne sobem em quase todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, impulsionados pela demanda do Dia dos Pais e pelo aumento sazonal de consumo após o pagamento de salários.

O aumento foi impulsionado principalmente pelos preços mais altos da carne bovina e ovina, juntamente com um leve aumento nas cotações da carne de aves, enquanto os preços da carne suína caíram.



Os preços globais de exportação da cevada e do milho subiram, enquanto os do sorgo e do trigo caíram.

Brasil amplia presença no comércio internacional mesmo em cenário global de incertezas

A safra de grãos 2024/25 confirmou o bom momento da agricultura catarinense, com crescimento expressivo de 20,7% no volume total produzido.

Produção recorde da segunda safra brasileira, o baixo ritmo das exportações e a retração de compradores domésticos mantêm as cotações do cereal pressionadas.

Em junho de 2025, o consumo per capita alcançou 17,92 kg, acrescentando 1,28 kg ao registrado em 2024 e consolidando a tendência de diversificação na dieta dos argentinos.

Negociações envolvendo soja e derivados estão mais aquecidas no começo de agosto devido ao interesse internacional e maior necessidade de indústrias esmagadoras nacionais.



Os custos de produção de suínos registraram queda pelo terceiro mês consecutivo em julho de 2025 nos principais estados produtores e exportadores do Brasil, conforme levantamento da Embrapa Suínos e Aves

Receita acumulada no ano cresce 26,7%.

Preços do suíno vivo caíram em julho na maioria das praças, devido à menor demanda, recesso escolar e tarifas dos EUA. Em agosto, valores começaram a reagir com o aumento na procura.

Os preços da soja no mercado interno subiram na última semana, impulsionados pela valorização do dólar e pela forte demanda, tanto interna quanto externa.

Os preços do milho voltaram a cair na última semana, segundo o Cepea, devido à baixa demanda e à expectativa de maiores desvalorizações com o avanço da colheita da segunda safra.

Delegação vietnamita deve vir a Brasília ainda neste ano.

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