
Cotações do milho voltam a recuar
Os preços do milho voltaram a cair na última semana, segundo o Cepea, devido à baixa demanda e à expectativa de maiores desvalorizações com o avanço da colheita da segunda safra.

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Os preços do milho voltaram a cair na última semana, segundo o Cepea, devido à baixa demanda e à expectativa de maiores desvalorizações com o avanço da colheita da segunda safra.

Os preços da soja no mercado interno subiram na última semana, impulsionados pela valorização do dólar e pela forte demanda, tanto interna quanto externa.

Conselho prorroga até 31/12/2025 o incentivo fiscal para frigoríficos que abatem suínos em MT, com alíquota de ICMS reduzida para 0,5%.

Delegação vietnamita deve vir a Brasília ainda neste ano.

A produção de carne suína na UE aumenta no início de 2025, impulsionada pela demanda e pelos preços, mas a competitividade das exportações enfraquece devido aos preços mais altos no mercado europeu.

A queda nos preços da carcaça suína foi menor que a das demais proteínas, reduzindo sua atratividade no atacado. No varejo, a demanda segue fraca, mesmo com recuos nos preços do suíno vivo.

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Setor de reciclagem animal comemora avanço inédito; só em 2024, China comprou mais de US$ 304 milhões em farinhas de origem animal.

Os Estados Unidos anunciaram tarifa de 50% sobre produtos brasileiros como carnes, café e frutas, com início em 6 de agosto. A medida exclui itens como suco de laranja e celulose. A carga total sobre a carne bovina pode superar 76%, afetando as exportações.

A aprovação regulatória permite que a Mission Barns e seus parceiros introduzam, pela primeira vez nos EUA, gordura suína cultivada em produtos destinados ao varejo e ao setor de alimentação.

Novo acordo transatlântico estabelece tarifas de 15%, elimina impostos sobre produtos-chave e fortalece a cooperação em energia e tecnologia.

Apesar da demanda aquecida por soja e do avanço da colheita do milho, o câmbio desfavorável, a queda nas cotações internacionais e o aumento dos fretes limitam a valorização dos grãos no Brasil. Enquanto sojicultores priorizam negociações futuras, compradores de milho aguardam preços mais baixos com o avanço da colheita.

Uma relação estratégica com o objetivo de impulsionar o intercâmbio seguro de produtos de origem animal e vegetal.



54% da carne suína importada pela China até junho foi composta por miúdos, uma categoria que continua ganhando espaço em relação à carne.

Com foco em produtividade, sanidade e sustentabilidade, os suinocultores são protagonistas do crescimento do agro nacional e da presença global da carne suína brasileira.

Média mensal em alta combinada com a queda nos preços do milho e do farelo de soja tem favorecido o poder de compra do suinocultor paulista pelo terceiro mês consecutivo.

A Perspectiva Agrícola OCDE-FAO 2025–2034 apresenta os desenvolvimentos do mercado e projeções de médio prazo para os mercados mundiais de carne.

Soja mantém preços com demanda por esmagamento, enquanto milho desacelera queda com colheita lenta e retração de vendedores.

Em comparação com o relatório anterior, foram estimadas leves quedas na produção e nos estoques finais de milho em nível global, devido a uma safra menor no Brasil. Em relação à soja, as projeções continuam muito positivas, com um crescimento importante na produção do Brasil e leves quedas nas colheitas dos Estados Unidos e da Argentina.


O Conselho de Ministros da Agricultura destaca sinais de recuperação, mas alerta para o impacto do clima, das doenças e das tensões comerciais internacionais.

Os custos de produção de suínos caíram pelo segundo mês seguido em junho de 2025, segundo a Embrapa Suínos e Aves (CIAS). Em Santa Catarina, o quilo do suíno vivo chegou ao menor valor do ano: R$ 6,25.

Após três semanas de estabilidade, agentes do setor associam a baixa procura ao período de férias escolares e temem novas quedas com a chegada da segunda quinzena de julho, tradicionalmente marcada por consumo reduzido no varejo.

País reconheceu o Paraná como livre de febre aftosa sem vacinação e de peste suína clássica

Foram exportadas 110,7 mil toneladas, o que representa um crescimento de 39,4% (ou 31,3 mil toneladas a mais) em relação ao mesmo período do ano anterior.

Santa Catarina bateu recordes históricos nas exportações de carne suína no primeiro semestre de 2025, consolidando sua liderança no setor. Considerando todas as carnes, o estado também registrou recorde de US$ 2,15 bilhões em faturamento no semestre.

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