
Custo de produção de suínos volta a cair em junho
A maior influência foi a redução no item nutrição, com -3% de variação e um peso de 73,52% na composição do custo total.

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A maior influência foi a redução no item nutrição, com -3% de variação e um peso de 73,52% na composição do custo total.

De acordo com a estimativa, esse resultado é decorrente, principalmente, do melhor desempenho das lavouras de milho segunda safra observado em campo neste último mês.

As importações chinesas de carne suína e miúdos aumentaram durante os primeiros quatro meses deste ano.

Sem a participação da Rússia, a Iniciativa do Mar Negro deixa de funcionar a partir de 18 de julho.

Prevê-se que a produção agrícola e alimentar global continue aumentando nos próximos dez anos, mas a um ritmo de crescimento mais lento do que na década anterior devido às tendências demográficas, de acordo com a OCDE-FAO Agricultural Outlook 2023-2032.

Os resultados positivos deste primeiro semestre devem-se ao crescimento dos embarques para quase todos os compradores.

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Uma nova pesquisa examina a questão de como é possível manter suínos sem corte de cauda.

O objetivo desses projetos é realizar o acompanhamento dos custos de produção de suínos no mercado independente de Goiás, Mato Grosso e Minas Gerais, possibilitando gerar informações de acesso público para subsidiar a cadeia produtiva e políticas públicas.

Esse movimento é observado desde a segunda quinzena de junho e foi reforçado neste começo de julho, devido ao típico aquecimento da demanda neste período.

A oferta de suínos vivos é alta, enquanto os preços são baixos.

No comparativo anual, as variações seguiram direções opostas nas praças acompanhadas pelo Cepea.

Nesta nova atualização, a projeção da produção mundial de soja foi cortada em mais de 5 milhões de toneladas em relação ao relatório de junho, o que se deve a uma área menor plantada nos Estados Unidos. Para o milho, as estimativas foram um pouco maiores em relação ao relatório anterior.



Lideradas por outro mês excelente no México e uma demanda robusta por carnes variadas, as exportações de carne suína dos EUA continuaram ganhando força em maio, segundo dados divulgados pelo USDA e compilados pelo USMEF.

O Sul respondeu, sozinho, por 91% das exportações da carne suína do Brasil no primeiro semestre.

Enquanto o índice de preços da carne da FAO permaneceu inalterado em relação a maio, os preços mundiais da carne suína aumentaram em junho.

O preço médio do suíno vivo posto na indústria caiu de maio para junho no spot paulista.

Os dados do Censo Agropecuário de 2017 registraram que 1,47 milhões de estabelecimentos criaram suínos no Brasil naquele ano.

O crescimento das importações se mantém apesar do aumento dos preços internacionais, enquanto as exportações continuam sendo afetadas pelos embarques zero para a China.



A unidade deverá abrigar até 4 mil matrizes em plena capacidade de produção.

Em 1º de junho, havia 72,4 milhões de suínos nas granjas dos EUA.

O relatório confirma o recorde da safra de soja, com 22,45 milhões de toneladas em uma área de 5,78 milhões de hectares.

O estudo da National Retail Benchmarking visa melhorar a posição da carne suína no mercado, com foco na qualidade e consistência da carne suína, bem como em várias métricas.

Os valores pagos pelo suíno vivo e os da carne estão subindo, movimento atípico para este período.

Os dados acumulados nos primeiros cinco meses do ano indicam que o ritmo de crescimento da produção de suínos foi superior ao de aves e bovinos.

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