
Poder de compra do suinocultor recua
A pressão sobre os preços do animal vem do enfraquecimento da demanda pela indústria por novos lotes de suínos para abate.

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A pressão sobre os preços do animal vem do enfraquecimento da demanda pela indústria por novos lotes de suínos para abate.

O abate de suínos cresceu 2,5% no ano passado no estado.

O Brasil já possui tratativas em nível nacional para habilitar a venda da proteína suína ao mercado sul-coreano, mas o objetivo da missão paranaense é acelerar este processo.

Em 2022, foram abatidos 56,15 milhões de cabeças de suínos, representando um aumento de 5,9% (+3,10 milhões de cabeças) em relação a 2021 e um novo recorde para a pesquisa.

Em 17 de março, expira o atual acordo da "Iniciativa de Grãos do Mar Negro", que permitiu a exportação de grãos da Ucrânia até o momento.

Foram realizadas as primeiras conversas para dar início aos acordos comerciais que possam permitir a exportação da carne suína brasileira, bem como a importação de cevada e trigo australianos.

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O USDA fornece previsões para a produção de carne suína na União Europeia em 2023.

Já na Argentina, novos ajustes negativos nas estimativas levaram à redução na produção mundial.

Se confirmado, o volume de soja a ser colhido nesta temporada é 20,6% superior ao registrado no ciclo anterior, o que aponta uma recuperação na produtividade das lavouras que foram atingidas pelas condições climáticas adversas no período de 2021/22.

As exportações de carne suína, que estabeleceram um valor recorde em 2022, mantiveram um ritmo acelerado em janeiro.

Estado conta com um rebanho suíno de aproximadamente 270 mil animais.

A baixa disponibilidade de suínos em peso ideal para abate impulsionou significativamente os valores do animal vivo em fevereiro.



Objetivo foi para tratar sobre a abertura de mercado do país caribenho para a carne suína brasileira.

Em relação ao relatório de fevereiro, foram feitos cortes significativos na estimativa das exportações mundiais de milho, enquanto para a soja, o volume da produção global voltou a cair, em grande parte devido às perdas e baixos rendimentos que a safra argentina estaria produzindo.

Os produtores paranaenses poderão produzir aproximadamente 20,89 milhões de toneladas de soja nesta primeira safra 2022/2023. Esse volume, se confirmado, será o maior da história no Paraná.

Influenciadas sobretudo pelos maiores envios a países asiáticos e da América do Sul.

Espera-se que a decisão da China de encerrar suas restrições de política zero-COVID melhore a demanda por produtos suínos em 2023. A produção e as importações de carne suína devem crescer em 2023.

Apresentamos as projeções do USDA para a produção de carne suína até 2031, global e na América Latina.


As exportações de carne suína da UE em 2022 caíram 15%, em grande parte responsáveis pela queda de 40% nas exportações para a China, o principal destino.

A avaliação dos técnicos do Projeto Siga é de que, apesar das intensas e frequentes chuvas dos últimos dias, 93% das lavouras estão em bom estado produtivo e os 7% restantes em condições regulares.

Trabalhos da Agrodefesa começam agora e vão até 30 de junho deste ano, com avaliação de animais em 228 propriedades. Ações objetivam garantir que Goiás se mantenha como zona livre da Peste Suína Clássica.

O número de empresas brasileiras habilitadas para exportar milho ao país asiático sobe para 446.

O índice de preços da carne suína da FAO aumentou em fevereiro.

A missão no Japão vai tratar da habilitação de frigoríficos paranaenses e na Coréia do Sul, negociar a habilitação de frigoríficos.


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