
CNA avalia o setor frente a pandemia do COVID-19
A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) traça um cenário do impacto da pandemia do Covid-19 para o agro, a queda no food service preocupa o setor de aves e suínos.

Um boletim de notícias sobre o setor suinícola
Faça seu login e inscreva-se na lista

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) traça um cenário do impacto da pandemia do Covid-19 para o agro, a queda no food service preocupa o setor de aves e suínos.

Espera-se que a produção de carne suína permaneça estável em 2020, enquanto a indústria luta para se recuperar da Peste Suína Clássica. Os Estados Unidos ampliam sua participação de mercado devido a tarifas mais baixas.

O transporte na UE geralmente preserva o bem-estar dos animais, no entanto, os dados indicam que a maioria dos transportes que saem da UE não está em conformidade com os padrões aplicáveis dentro UE.

Os Estados-Membros devem preservar a livre circulação de todos todas as cargas para garantir a cadeia de suprimentos de produtos alimentares perecíveis e animais.

Ministra Tereza Cristina tranquiliza a população brasileira e garante que produção de alimentos no Brasil tem êxito no desenvolvimento.

Bem vindo a 3tres3
Conecte-se, compartilhe e interaja com a maior comunidade de profissionais da suinocultura.
Já somos 205436 Usuários!
Cadastre-seJá é usuário?

Os produtores argentinos de carne suína se beneficiarão de um imposto de exportação mais baixo, enquanto os produtores de soja pagarão mais.

Embora o estado do alarme limite a livre circulação das pessoas, ele não afeta o transporte de animais ou alimentos e nem o funcionamento normal dos serviços veterinários.

A Autoridade Européia para a Segurança dos Alimentos (EFSA) acaba de atualizar a ferramenta interativa para exibir dados sobre a resistência dos antibióticos.

Atualmente, não há evidências de que os alimentos sejam uma fonte ou provável via de transmissão do vírus.



A UE deve atingir um novo recorde em volume de carne suína até 2020. A Espanha está superando a Alemanha como o maior produtor de carne suína da UE.

O declínio no número do rebanho de suínos no Canadá, marca o segundo declínio anual consecutivo (janeiro a janeiro). A demanda do Japão ajudou a manter as exportações, apesar da proibição da China.

Salmonella e Campylobacter são cada vez mais resistentes ao ciprofloxacino, porém houve uma evolução positiva em animais de produção.

As empresas produziram menos carne suína e por outro lado mais carne bovina e de frango.


Foram publicados dois Decretos, o primeiro proíbe a castração dos leitões sem anestesia e o outro permite que os suinocultores usem analgésicos e anestésicos para reduzir a dor.

As exportações brasileiras de carne suína totalizaram 67,4 mil toneladas em fevereiro.

A produção mundial de grãos quase atingiu um recorde no ano passado. A produção de soja deverá cair. COVID-19 afeta os mercados.


Um boletim de notícias sobre o setor suinícola
Faça seu login e inscreva-se na lista