
Importações de carne suína das Filipinas aumentaram 11% no primeiro semestre de 2026
O Brasil foi o principal fornecedor de carne suína para as Filipinas durante o período.

O Brasil foi o principal fornecedor de carne suína para as Filipinas durante o período.

A produção mundial de carne suína deverá desacelerar no segundo semestre do ano, enquanto os preços provavelmente permanecerão baixos no curto prazo, segundo o Rabobank.

A China importou 390 mil toneladas de carne suína no primeiro semestre de 2026, enquanto as importações de miúdos caíram apenas 4,8% em relação ao ano anterior.

A suinocultura da África do Sul está em processo de recuperação após a desaceleração dos surtos de Peste Suína Africana (PSA) e Febre Aftosa (FA), permitindo que os produtores iniciem a recomposição de seus plantéis.

Em sua atualização mais recente, o milho apresenta ajustes em seu balanço global diante dos cortes na produção dos Estados Unidos e da Argentina, que pressionam para baixo as exportações e os estoques. Nesse contexto, a China ganha espaço como compradora do milho argentino e redesenha os fluxos do comércio sul-americano. A soja, em contrapartida, mantém uma trajetória de expansão apoiada no desempenho do Brasil e dos Estados Unidos — que compensa a estabilidade da Argentina —, impulso também sustentado pela demanda chinesa, que dinamiza o processamento da oleaginosa no Brasil.

O Senasica mobiliza mais de 1.400 agentes e 70 inspetores caninos em 97 pontos de entrada durante o período de férias.

O ritmo de crescimento da produção global de carne deve ser moderado em 2026, de acordo com o relatório Food Outlook da FAO.

Em sua última atualização, o milho consolida um cenário de ajuste produtivo para o ciclo 2026/27: a queda na safra dos EUA e da Argentina supera amplamente os avanços do Brasil e da China, pressionando também para baixo as exportações e os estoques mundiais. As projeções mais recentes para a soja, por outro lado, mantêm um cenário expansivo impulsionado pelo Brasil e pelos EUA, com uma produção global que chegaria a um novo recorde histórico, apesar da leve retração dos estoques finais.

O volume mínimo de acesso para as importações de carne suína foi aumentado para enfrentar a escassez de oferta e estabilizar os preços de mercado.

A produção suína latino-americana consolidou em 2025 um ciclo de expansão estrutural, alcançando marcos históricos em produção, exportações e consumo interno. No entanto, para 2026, o setor enfrenta um cenário de alta complexidade, no qual o crescimento previsto deverá lidar com a volatilidade de um ambiente geopolítico instável e com crescentes pressões sanitárias que colocam à prova a eficiência e a rentabilidade regional.

No relatório de abril, o milho apresenta uma perspectiva expansiva devido à recuperação nos EUA, Argentina e Ucrânia e ao maior comércio. A soja, por outro lado, tem um balanço mais ajustado: o crescimento no Brasil e no Paraguai não compensa as quedas na Argentina e nos EUA, mantendo a oferta praticamente sem alterações.

Em seu mais recente relatório “Livestock and Poultry: World Markets and Trade”, o USDA projeta um leve crescimento da produção mundial de carne suína em 2026, impulsionado pelos avanços de Estados Unidos, Brasil, China e Canadá, enquanto a PSA na Espanha seguiria pressionando para baixo a produção e as exportações da União Europeia.

A mais recente atualização aponta para uma maior disponibilidade de milho impulsionada por Estados Unidos e Ucrânia, juntamente com uma oferta de soja estável graças ao sólido desempenho do Brasil e do Paraguai.

O Regulamento tem como objetivo reforçar a proteção dos agricultores da UE, permitindo a rápida aplicação de medidas de salvaguarda nos casos em que as importações provenientes de parceiros do Mercosul ameacem causar prejuízo grave aos produtores da UE.

A suinocultura brasileira encerrou 2025 com crescimento significativo na produção e nas exportações, que novamente bateram recordes, reafirmando mais uma vez sua importante posição no mercado internacional de carne suína.

Este último relatório mostra uma retomada na produção mundial de milho, com Estados Unidos, China e Argentina liderando os aumentos, enquanto Brasil e União Europeia registram recuos. As exportações globais se expandem de forma significativa, lideradas pelos Estados Unidos, e a demanda internacional cresce impulsionada por México, União Europeia, Vietnã e por um aumento expressivo das compras da China.
No caso da soja, o cenário é mais estável: o Brasil consolida sua liderança com maiores colheitas e exportações, enquanto os Estados Unidos reduzem a produção e as vendas externas. A demanda internacional se mantém firme, com a China como principal compradora, e os estoques globais apresentam uma leve recuperação.