
Exportações de carne suína mantêm alta histórica no primeiro semestre
Embarques acumulados crescem 10% em volume e 7,9% em receita; desempenho reforça perspectiva de novo recorde para 2026


Embarques acumulados crescem 10% em volume e 7,9% em receita; desempenho reforça perspectiva de novo recorde para 2026

Reunião também abordou mercado e fortalecimento das lideranças do setor

Esse cenário se deve sobretudo à valorização do dólar frente ao real, que aumenta a competitividade da soja brasileira no mercado internacional.

O aumento foi impulsionado principalmente pela alta dos preços internacionais da carne de aves e, em menor medida, pela valorização das cotações da carne ovina, enquanto os preços das carnes suína e bovina recuaram.

Os preços mundiais do trigo, milho, cevada e sorgo registraram queda em relação ao mês anterior.

Atuação conjunta de Mapa e MRE incluiu 17 reuniões bilaterais e tratativas sobre certificados sanitários, auditorias e acesso a mercados.

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O ritmo de crescimento da produção global de carne deve ser moderado em 2026, de acordo com o relatório Food Outlook da FAO.

A transição de liderança foi formalizada durante a Assembleia Anual da PLACA, em Lima, no Peru.

Foram registrados 5.905 focos de PSA no primeiro semestre deste ano, com mais casos em javalis e menos focos em granjas, em comparação com 2025.

Com o slogan “Crédito que fortalece o campo. Campo que alimenta o mundo”, a nova edição amplia os recursos para custeio, comercialização e investimentos na produção agropecuária

Segundo o Cepea, o atual patamar reforça o movimento baixista que vem sendo registrado desde o início deste ano.

A conquista amplia a presença brasileira em um mercado que já contava com seis unidades habilitadas.



A regulamentação padroniza critérios de classificação, qualidade e rotulagem, fortalece os mecanismos de fiscalização e amplia a segurança jurídica e a previsibilidade para produtores, indústrias e mercados consumidores.

A ração, responsável por 72,45% do custo total em maio, caiu 0,36% no mês e acumula uma redução de 2,83% no ano.

O FIAP 2026 reuniu, em Campo Grande, lideranças do setor agropecuário, organismos internacionais e governos para debater o papel do agro brasileiro frente à crescente demanda global.

A Universidade de Copenhague relatou o surgimento dessa nova condição em suínos na Dinamarca, após sua primeira ocorrência nos Países Baixos.

O processo de erradicação foi concluído de acordo com os padrões do programa do USDA, permitindo que Iowa e os Estados Unidos mantenham seu status comercial de livres da doença de Aujeszky/pseudoraiva.

Em sua última atualização, o milho consolida um cenário de ajuste produtivo para o ciclo 2026/27: a queda na safra dos EUA e da Argentina supera amplamente os avanços do Brasil e da China, pressionando também para baixo as exportações e os estoques mundiais. As projeções mais recentes para a soja, por outro lado, mantêm um cenário expansivo impulsionado pelo Brasil e pelos EUA, com uma produção global que chegaria a um novo recorde histórico, apesar da leve retração dos estoques finais.


Suíno vivo registra primeira alta desde o Dia das Mães, impulsionado pela maior demanda da indústria por lotes extras, segundo o Cepea.

A Dinamarca propõe que a produção de carne suína seja direcionada principalmente ao abastecimento interno e abre um processo de diálogo sobre seu futuro.

A maior atratividade da soja brasileira também foi impulsionada pela depreciação do real frente ao dólar.

O USDA-APHIS visitou Santo Domingo para avaliar o primeiro programa nacional de biossegurança suína das Américas voltado à Peste Suína Africana.

Entre os pontos destacados pelo secretário está o fortalecimento do associativismo como ferramenta estratégica para o desenvolvimento da cadeia.

O ministro André de Paula, em reunião com os ministros do MDIC, Márcio Elias, e do MPA, Edipo Araújo, defendeu apoio a setores estratégicos como proteína animal, bioenergia e pescados

