
Produção de carne suína da China aumenta
De janeiro a setembro, a China produziu 5,9% mais carne suína do que no mesmo período do ano passado.

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De janeiro a setembro, a China produziu 5,9% mais carne suína do que no mesmo período do ano passado.

De acordo com as projeções do USDA para a região, em 2023 haverá um aumento geral na produção de carne suína, além de um aumento considerável nas exportações do Brasil, México e Chile. Por sua vez, as importações e o consumo aparente cresceriam a taxas que não ultrapassariam 2%.

A sustentação vem das exportações aquecidas, da retração de parte dos vendedores e do fato de alguns compradores terem sinalizado interesse em recompor estoques.

Em relação ao relatório de setembro, destacam-se os novos cortes nas projeções de produção e exportações dos Estados Unidos para milho e soja, enquanto, para a América Latina, estimam-se aumentos para a oleaginosa nesses dois indicadores.

Objetivo é aprimorar a conexão entre os conteúdos produzidos pelos especialistas e seus diversos públicos.

Estimam-se aumentos consideráveis nos estoques do México e do Brasil, bem como um crescimento de 2,5% no estoque de matrizes reprodutoras chinesas.

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A média de negociação do suíno nesta parcial de outubro ainda está inferior à registrada em setembro.

O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela alta dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.

Os preços da soja voltaram a subir no mercado interno na semana passada.

O aumento da demanda externa está atrelado principalmente às preocupações com a escalada no conflito entre Rússia e Ucrânia e também à colheita nos Estados Unidos.

As Cadecs são comissões responsáveis por balizar a relação contratual entre agroindústria e produtor, segundo prevê a Lei de Integração.

A elevação no ICP Suíno foi influenciada pela nutrição, que aumentou 2,69% no mês e acumula 9,60% no ano.



PSA foi detectado em uma granja com mais de 39.000 animais no condado de Timis.

Os suínos são considerados excelentes candidatos para o xenotransplante para humanos por diversos fatores.

Entre janeiro e setembro, as vendas externas somaram US$ 122,07 bilhões.

Com poucas condições para o agricultor entrar com as máquinas nas áreas de produção, o plantio da soja e do milho evolui de forma mais lenta no Estado.

Oferta controlada de animais em peso ideal para abate e o aumento da procura de frigoríficos por novos lotes, têm impulsionado os valores.

Participação dos pecuaristas, de forma online ou presencial nos sindicatos rurais, é fundamental para coleta dos dados.


A procura pela carne no atacado se desaqueceu, tendo em vista a retração do poder de compra do consumidor final.

A desvalorização do dólar frente ao Real, estimativas indicando produção recorde no Brasil e o avanço da colheita nos Estados Unidos reforçaram o movimento de baixa das cotações.

As exportações de agosto de carne suína dos EUA superaram os totais do ano anterior pela primeira vez em 2022, de acordo com dados divulgados pelo USDA e compilados pela Federação de Exportação de Carne dos EUA.

O Índice de Preços da Carne da FAO caiu ligeiramente em setembro, mas os preços mundiais da carne suína aumentaram.

Toledo manteve a liderança como maior produtor de suínos do país.

O baixo interesse de consumidores e a maior flexibilidade de vendedores têm resultado em recuo nas cotações do grão.


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