
MG: Carne suína tem previsão de crescimento de 7,4% em 2023
Apesar da reação nos valores pagos pelo suíno vivo e pela carne, na segunda quinzena de junho, as médias mensais dos preços do animal e da proteína ficaram abaixo das registradas em maio.

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Apesar da reação nos valores pagos pelo suíno vivo e pela carne, na segunda quinzena de junho, as médias mensais dos preços do animal e da proteína ficaram abaixo das registradas em maio.

A última semana foi marcada por uma disputa acirrada entre compradores domésticos e internacionais pela soja brasileira, o que resultou em alta dos preços internos.

A queda do consumo aparente pode ser explicada, em parte, pela queda de mais de 57% no volume das importações e pela recuperação das exportações.

Os recuos mais expressivos foram observados no Centro-Oeste, onde a colheita está mais adiantada.

A produção acumulada de carne suína no primeiro semestre aumentou 2,1% em relação ao mesmo período de 2022, passando de 834.523 para 852.057 toneladas (t), respectivamente.

O intuito é estimular os setores econômicos a comprarem seus insumos dentro do próprio Estado, o que incentiva a economia interna.

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Apesar do cenário restritivo no mercado interno, na conjuntura global a perspectiva para a carne suína brasileira é boa, em virtude das garantias de biosseguridade do sistema produtivo brasileiro, que conquista espaço ante concorrentes globais.

Se as expectativas forem confirmadas, representam um aumento de 37% no volume e redução de 1% na área plantada comparativamente ao ciclo 2021/2022.

Os preços do suíno vivo estão em quedas no mercado doméstico.

Análise da evolução da Peste Suína Africana (PSA) de acordo com os últimos dados de ADIS nos países da UE até julho de 2023.

A carne suína passa para o segundo lugar no crescimento do consumo com uma taxa anual de 2,2% nos próximos anos.

Os preços do farelo de soja também subiram nos últimos dias.



Ao longo da primeira metade do ano, a produção de suínos apresentou um crescimento sustentado.

Após o primeiro aparecimento da PSA em território croata em 27 de junho, já são 59 focos confirmados.

Os principais grãos cultivados no estado tiveram redução no preço pago ao produtor em junho.

A evolução da suinocultura é o resultado de maior qualificação dos produtores e benefícios que ajudam na implantação de novas tecnologias.

O baixo número de suínos abatidos no mercado da UE continua sustentando os altos preços dos animais, enquanto a demanda da UE permanece alta.

O estado do Paraná correspondeu a 14% de toda carne suína exportada.


Com relação à competitividade, a proteína suinícola perdeu competividade frente às concorrentes.

A produção de carne suína e o abate de suínos aumentaram no primeiro semestre de 2023.

O Conselho de Ministros aprovou um decreto real que regula a prescrição, distribuição e descarte de medicamentos veterinários e cujo objetivo é promover a sua utilização prudente e responsável.

Em seu último relatório "Livestock and Poultry: World Markets and Trade" de 12 de julho, o USDA recalculou suas estimativas para a produção de suínos de 2023, mantendo sua cifra de produção e estimando uma perspectiva melhor para o comércio internacional levando em consideração o possível maior dinamismo dos embarques dos Estados Unidos e Brasil.

De acordo com a estimativa, esse resultado é decorrente, principalmente, do melhor desempenho das lavouras de milho segunda safra observado em campo neste último mês.

Na primeira semana de agosto, uma equipe do Ministério da Agricultura e Pecuária e da ABCS estará em Alagoas para uma avaliação dos resultados obtidos nesta etapa da campanha junto à Adeal e à Seagri.


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