
PR: Suinocultor instala biodigestor para produzir sustentavelmente
Com plantel de 11 mil leitões, Ari Luiz Schlindwein, de Marechal Cândido Rondon, tinha como objetivo fazer uma granja energeticamente autossuficiente e ambientalmente correta.

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Com plantel de 11 mil leitões, Ari Luiz Schlindwein, de Marechal Cândido Rondon, tinha como objetivo fazer uma granja energeticamente autossuficiente e ambientalmente correta.

Nem mesmo as estimativas da Conab e do USDA apontando produções elevadas no Brasil e no mundo foram suficientes para conter as altas internas.

O governo holandês lançou novos subsídios para agricultores e pecuaristas que queiram inovar nas suas explorações agrícolas ou deslocalizar-se para minimizar o seu impacto ambiental.

A visita da delegação panamenha ao gigante sul-americano gerou resultados positivos, destacando a atraente posição estratégica do Panamá e do Canal do Panamá como elementos-chave na abordagem ao Mercosul.

Espera-se que a produção de carne suína diminua em 2025 devido à fraca demanda e ao menor plantel de suínos para processamento.

Resultou na perda de competitividade da proteína suinícola frente às concorrentes.

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Os custos com juros sobre o capital investido e de giro e rações foram determinantes, com aumentos de +2,52% e +0,22%, respectivamente.

O movimento de alta do suíno, por sua vez, se deve à boa liquidez da carne e à menor disponibilidade de animais em peso ideal para abate.

Iniciativa visa desenvolver métricas e indicadores de sustentabilidade adequados à realidade brasileira, ampliar competitividade do setor e acesso a mercados.

Os avanços foram resultado da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria.

Através do trabalho conjunto entre os setores público e privado, o Equador exportou 27 toneladas de carne suína para o Vietnã. Esta exportação ocorre após a busca de novos mercados para os produtos equatorianos realizada pelas autoridades e representantes de empresas privadas.

Dados do 2º trimestre do ano divulgados pelo IBGE apontam que o Estado mantem a segunda colocação no abate de suínos, com 21,9% de participação.



Quanto aos embarques, em agosto, somaram 6,06 milhões de toneladas do cereal, praticamente o dobro das 3,55 milhões escoadas em julho.

As exportações de carne suína crescem 4% em junho de 2024, com uma queda de 3,5% no acumulado anual.

Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 29,1% da participação nacional, seguido por Paraná (21,9%) e Rio Grande do Sul (16,8%).

Isso porque a proteína suinícola se valorizou mais que as concorrentes, em relação a julho.

Além da energia, o sistema garante o manejo adequado dos dejetos dos animais, um dos maiores passivos da suinocultura atualmente. Com os biodigestores, todos os resíduos têm uma destinação ambientalmente correta, dentro da propriedade.

Além da maior demanda da China e da valorização externa, parte dos sojicultores domésticos segue resistente em negociar o remanescente da safra 2023/24.


O volume registrado no último mês é o maior desde junho de 2021.

Muitos produtores começam a elevar as cotações pedidas em novos negócios, enquanto outros comercializam apenas lotes para exportação.

Durante o primeiro semestre deste ano, as importações chinesas de carne e miúdos diminuíram 28%.

Essa categoria engloba os suínos destinados aos frigoríficos e/ou abatidos nas propriedades para a produção de carne suína e seus derivados.

A Comissão Europeia aprovou um esquema dinamarquês para apoiar padrões mais elevados de bem-estar animal para suínos.

Trata-se do maior avanço mensal desde agosto de 2014, quando a variação atingiu 9,5% – naquela época.


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