
Com recordes, Paraná lidera aumento na produção de suínos em 2024
Dados do 2º trimestre do ano divulgados pelo IBGE apontam que o Estado mantem a segunda colocação no abate de suínos, com 21,9% de participação.

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Dados do 2º trimestre do ano divulgados pelo IBGE apontam que o Estado mantem a segunda colocação no abate de suínos, com 21,9% de participação.

As exportações de carne suína crescem 4% em junho de 2024, com uma queda de 3,5% no acumulado anual.

Quanto aos embarques, em agosto, somaram 6,06 milhões de toneladas do cereal, praticamente o dobro das 3,55 milhões escoadas em julho.

Santa Catarina continua liderando o abate de suínos, com 29,1% da participação nacional, seguido por Paraná (21,9%) e Rio Grande do Sul (16,8%).

Isso porque a proteína suinícola se valorizou mais que as concorrentes, em relação a julho.

Além da maior demanda da China e da valorização externa, parte dos sojicultores domésticos segue resistente em negociar o remanescente da safra 2023/24.

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Além da energia, o sistema garante o manejo adequado dos dejetos dos animais, um dos maiores passivos da suinocultura atualmente. Com os biodigestores, todos os resíduos têm uma destinação ambientalmente correta, dentro da propriedade.

O volume registrado no último mês é o maior desde junho de 2021.

Muitos produtores começam a elevar as cotações pedidas em novos negócios, enquanto outros comercializam apenas lotes para exportação.

Durante o primeiro semestre deste ano, as importações chinesas de carne e miúdos diminuíram 28%.

Essa categoria engloba os suínos destinados aos frigoríficos e/ou abatidos nas propriedades para a produção de carne suína e seus derivados.

Trata-se do maior avanço mensal desde agosto de 2014, quando a variação atingiu 9,5% – naquela época.



A Comissão Europeia aprovou um esquema dinamarquês para apoiar padrões mais elevados de bem-estar animal para suínos.

A produção acumulada de carne suína nos primeiros sete meses do ano cresceu 2,3% em relação ao mesmo período de 2023.

Produtores voltaram a reduzir o volume de lotes ofertado no spot nacional, resultando em aumento nas cotações do cereal na maior parte das praças.

É aprovada a contribuição obrigatória para o setor suíno para apoiar a produção, comercialização e sustentabilidade para o período 2024-2028.

Da mesma forma, a produção de carne suína registou mais de 280 mil toneladas no primeiro semestre do ano.

Os avanços são resultados da oferta reduzida de animais em peso ideal para abate e da forte procura por novos lotes por parte da indústria.


Esses resultados são decorrentes do bom desempenho das exportações brasileiras, da oferta limitada de animais prontos para abate e a da demanda aquecida no mercado interno.

A pressão vem da demanda interna enfraquecida, que mantém os negócios lentos.

A diferença entre os preços da carcaça bovina e os da especial suína diminuiu 12,2%, passando de 5,35 Reais/kg em junho para 4,69 Reais/kg em julho, o que indicou perda de competitividade da carne suína.

A maior procura por novos lotes de suínos para abate para atender às demandas interna e externa impulsionou as cotações dos produtos de origem suinícola no mercado brasileiro.

Paraná exportou ao país cerca de 56 toneladas de cortes congelados de carne suína.

Foi confirmado um caso de PSA em um suíno doméstico numa pequena granja localizada em Gerolsheim, distrito de Bad Dürkheim, a cerca de 65 km da fronteira francesa em linha reta.


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