
Paraná registrou aumento de 91,5% em exportação de suínos
Paraná alcança em março de 2025 o 2º maior aumento das exportação de carne suína.

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Paraná alcança em março de 2025 o 2º maior aumento das exportação de carne suína.

Mesmo com a desvalorização, as médias mensais seguiram mais de 20% acima das registradas em março/24 em algumas praças monitoradas pelo Centro de Pesquisas.

A forte demanda por carne suína na América Central e no México foi compensada pela desaceleração no Japão e na Coreia.

Impulsionado em parte pelo aumento das importações de carne suína, o consumo aparente atingiu quase 130.000 toneladas, contribuindo para um consumo médio per capita de mais de 17 kg/hab./ano.

No primeiro trimestre de 2025, já foram registrados mais de 4.400 casos em javalis e 168 em suínos domésticos em 17 países europeus. Polônia, Alemanha e Letônia lideram o número de javalis, enquanto Romênia e Moldávia são motivo de preocupação devido ao aumento de suínos domésticos.

Os preços da carne suína aumentaram na União Europeia depois que a Alemanha recuperou seu status de país livre de febre aftosa.

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A nova Decisão de Implementação identifica novas zonas de proteção e vigilância e zonas restritas adicionais na Eslováquia e na Hungria, bem como zonas de vigilância adicionais e zonas restritas na Áustria.

A pressão vem sobretudo da demanda enfraquecida.

A partir de março de 2025, observou-se uma redução no plantel de reprodutores e de suínos de mercado, que seria compensada pelo aumento do número de leitões desmamados por leitegada.

A medida tem como objetivo, entre outros, impedir a circulação de doenças; todos os javalis abatidos no DF por agentes de manejo deverão ter amostras de sangue coletadas e enviadas para análise laboratorial.

As vendas da proteína suinícola estiveram lentas ao longo do mês, enquanto a oferta de animais para abate permaneceu ligeiramente elevada.

A Hungria confirmou dois novos focos de febre aftosa e a Eslováquia confirma o quinto, fazendo fronteira com a Áustria e perto da República Checa.



O estudo Power of Meat de 2025 analisa as tendências de consumo de carne e aves em 2024, bem como os comportamentos, percepções e padrões de compra dos consumidores de carne.

O Secretário de Agricultura e Desenvolvimento Rural do México, Julio Berdegué, reuniu-se com o Ministro da Agricultura e Desenvolvimento Agroalimentar e Econômico Rural do Canadá, Kody Blois, com o objetivo de identificar oportunidades de colaboração no setor agroalimentar.

Os Estados-Membros concordaram em implementar uma zona de restrição adicional com um raio de pelo menos 50 km em torno de cada foco.

A colheita da safra de verão avança bem na maior parte das praças, e a semeadura da segunda safra caminha para a fase final.

Paraguai aprova certificado sanitário Senasa para exportação de carne suína.

Emdagro estima coletar cerca de 800 amostras para análise laboratorial de suínos.


A Áustria expande a sua zona de vigilância na sequência de um surto de febre aftosa numa fazenda leiteira húngara com 3.000 animais, perto da fronteira austríaca.

No último mês de registro, a produção de carne suína atingiu pouco mais de 143 mil toneladas.

Os ministros da Agricultura da UE sublinham a necessidade de uma PAC forte, de rendimentos justos para os agricultores e de inovação sustentável para garantir o futuro do setor agroalimentar.

Esse cenário é reflexo da baixa liquidez das vendas da proteína no mercado atacadista e da oferta de animais acima da atual demanda de frigoríficos por novos lotes.

A possibilidade de disseminação aérea a longa distância é a hipótese mais provável.

O Estado é referência na criação desse suíno nativo brasileiro, cuja história se mistura ao início da criação de porcos no Brasil e que tem carne de aspectos similares aos melhores cortes bovinos. Cerca de 74% da produção brasileira é no Paraná, que salvou o porco Moura da extinção.


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