
Exportações catarinenses de carnes batem recorde e somam US$ 3,7 bilhões até outubro
No contexto nacional, Santa Catarina respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de carne suína entre janeiro e outubro.

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No contexto nacional, Santa Catarina respondeu por mais da metade das exportações brasileiras de carne suína entre janeiro e outubro.

A ação mostra que a proteína pode ser protagonista em qualquer ocasião, desde refeições do dia a dia até eventos especiais.

O Índice de Preços de Cereais da FAO caiu 1,3% em relação a setembro.

O Comitê de Bem-Estar Animal publicou sua opinião sobre os impactos do uso de gás CO₂ para insensibilização de suínos e sobre possíveis métodos alternativos de insensibilização.

Quedas acentuadas nos preços da carne suína e de aves impulsionaram a redução após oito meses consecutivos de alta.

Os preços do milho seguem firmes no Brasil, com produtores focados na safra de verão e exportações em leve queda. Já a soja brasileira registra recorde de exportações de farelo e grão, com demanda aquecida e plantio beneficiado pelas chuvas.

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Alta acumulada no ano chega a 12,9% e projeta crescimento para 2025; receita obtida entre janeiro e outubro de 2025 supera total de 12 meses de 2024.

País africano de quase 70 milhões de habitantes representa nova oportunidade para a proteína animal brasileira.

Faturamento com exportações de Santa Catarina foi o maior para um mês de outubro desde o início da série histórica.

Até esta habilitação, o Suriname não importava carne suína do Brasil.

Valores acima apenas do volume de junho de 2025.

Os Estados Unidos chegam a um acordo com a China sobre relações econômicas e comerciais.



A GD, em conjunto com o Ministério da Agricultura da Holanda e as associações de criadores, continua a pesquisa para confirmar a relação causal e está desenvolvendo novos testes diagnósticos para uso na prática veterinária.

Ao contrário da tendência de queda observada nos últimos quatro meses, as importações de carne suína registraram um aumento mensal de 33% em setembro.

De acordo com o relatório trimestral de suínos do Rabobank, o número global de matrizes deve diminuir em 2026, à medida que os desafios relacionados ao comércio e à saúde permanecem.

Os contratos para embarque em 2026 retornaram a patamares negativos, movimento que não era observado desde julho deste ano.

As altas de preços só não foram mais intensas porque parte dos consumidores utiliza estoques em detrimento de realizar novas aquisições.

A França e o Japão concluíram, em 29 de outubro de 2025, um acordo de regionalização relativo à peste suína africana (PPA).


O desempenho representa um alívio após anos de dificuldades, com margem positiva sobre os custos de produção.

Os ministros da Agricultura da União Europeia discutiram a arquitetura verde proposta pela Comissão para a Política Agrícola Comum (PAC) após 2027.

A Defesa Agropecuária da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que os proprietários devem declarar todas as espécies presentes em suas propriedades até o dia 15 de dezembro.

Durante a celebração do XXX Seminário sobre Harmonização do Registro e Controle de Medicamentos Veterinários, realizado em Guadalajara, Jalisco, o México assumiu a presidência do CAMEVET pelos próximos dois anos.

Demanda doméstica enfraquecida e maior competitividade das carnes concorrentes pressionam preços.

O aplicativo é leve e amigável para o usuário e oferece como uma das principais vantagens a integração do chat ao WhatsApp.


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