Alojamento coletivo de marrãs e matrizes: qual é a história?

20-Out-2026
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Como chegamos até aqui e para onde estamos indo?
Mudanças nas exigências dos consumidores

O movimento em direção a sistemas alternativos de alojamento e à melhoria da qualidade de vida dos suínos é resultado de uma série de fatores. Sem dúvida, o ativismo em defesa dos direitos dos animais fortaleceu sua atuação por meio das redes sociais e da inserção estratégica em discussões e redes importantes dentro da cadeia de produção de proteína animal. Isso ampliou significativamente a visibilidade pública das pautas dos ativistas.

Além disso, mais do que nunca, os consumidores estão interessados em saber de onde vêm os alimentos e como são produzidos. Eles não esperam apenas que os alimentos sejam acessíveis, seguros e nutritivos, mas também que sejam produzidos de forma ética e sustentável.

Estudos demonstram que os consumidores levam esses aspectos em consideração em suas decisões de compra. Especificamente em relação à produção de carne suína, muitas das preocupações estão relacionadas às práticas produtivas que envolvem o bem-estar dos suínos (Cummins et al., 2016). McKendree et al. (2014) verificaram que 14% dos consumidores dos Estados Unidos haviam reduzido o consumo de carne suína devido a preocupações com o bem-estar dos animais.

Grande parte dessa preocupação está relacionada aos sistemas de confinamento e à percepção de severa limitação de espaço, restringindo a movimentação dos animais e a expressão de comportamentos naturais. Os consumidores esperam que os animais de produção tenham boa qualidade de vida e rejeitam aquilo que aparenta ser antinatural ou que os submeta à dor, medo ou sofrimento.

Rótulos como “vegano”, “orgânico”, “favorável ao bem-estar animal”, “livre de gaiolas” e “criado a pasto” costumavam ser difíceis de encontrar, sendo produtos específicos disponíveis apenas em estabelecimentos de padrão mais elevado. Atualmente, esses tipos de produtos se diversificaram e se disseminaram, e essas denominações podem ser encontradas até mesmo em supermercados de baixo custo. Já não representam um mercado de nicho ou uma tendência passageira, mas fazem parte do mercado convencional.

Qual é a questão preocupante?

Os desafios do alojamento coletivo

Em condições naturais, os suínos vivem em pequenos grupos estabelecidos, reproduzem-se, passam pela gestação e parem sem confinamento. Já na produção comercial moderna em grande escala, o processo reprodutivo é uma atividade altamente controlada.

Entre os principais objetivos estão a realização bem-sucedida da cobertura, gestação e parto, além da produção de leitegadas numerosas de leitões saudáveis. Para atingir esses objetivos, diversos fatores precisam ser cuidadosamente controlados, incluindo a nutrição e o estresse dos animais.

Em um grupo de matrizes gestantes alojadas coletivamente, pode ser difícil controlar a quantidade de alimento ingerida individualmente, uma vez que, inevitavelmente, alguns animais consumirão mais do que sua parcela, fazendo com que algumas fêmeas tenham consumo excessivo enquanto outras fiquem subalimentadas.

Além disso, quando os suínos são misturados em novos grupos sociais, animais que não se conhecem podem entrar em confrontos físicos para estabelecer sua posição dentro da nova hierarquia social. Isso provoca estresse e pode causar lesões nas matrizes.

Felizmente, existem estratégias para minimizar esses problemas, conforme descrito na Tabela 1.

Os desafios das gaiolas individuais de gestação

Para contornar os problemas anteriormente mencionados relacionados ao alojamento coletivo, marrãs e matrizes gestantes podem ser mantidas em gaiolas individuais de gestação, permanecendo fisicamente separadas dos demais animais durante a gestação.

Esse sistema permite maior acompanhamento e manejo individual dos animais, alimentação de precisão e impede confrontos físicos entre as fêmeas, fatores que podem contribuir para uma gestação mais segura e bem-sucedida.

Entretanto, embora a separação social possa proporcionar alguns benefícios relacionados à saúde, determinadas características das gaiolas de gestação comprometem alguns aspectos do bem-estar dos suínos, principalmente devido à restrição de espaço e de movimentação.

As matrizes normalmente são introduzidas nas gaiolas de gestação no início da prenhez, mas continuam aumentando de tamanho e peso ao longo da gestação. Um estudo demonstrou que a maioria das matrizes não consegue se acomodar adequadamente em uma gaiola convencional de gestação sem que partes do corpo ultrapassem seus limites ou fiquem comprimidas contra suas laterais (McGlone et al., 2004). Ao mesmo tempo, nas últimas décadas, as dimensões dessas gaiolas permaneceram praticamente inalteradas.

Preocupação pública

Diante dos problemas de bem-estar associados ao confinamento extremo, defensores do bem-estar animal argumentam que o ponto central da questão não é necessariamente o isolamento em si, mas o tamanho reduzido das gaiolas, a severa restrição de movimento e a impossibilidade de expressão dos comportamentos naturais dos suínos.

A ausência dessas possibilidades pode provocar frustração nas matrizes, sofrimento psicológico e o desenvolvimento de estereotipias (Broom et al., 1995; Vieuille-Thomas et al., 1995).

Como podemos abordar essa questão?

As matrizes podem ser mantidas em diferentes tipos de alojamento durante a gestação. De maneira geral, os principais sistemas incluem gaiolas individuais de gestação, baias coletivas e sistemas ao ar livre, existindo uma grande variedade de configurações dentro de cada sistema.

Além das diferenças entre os sistemas e seus respectivos desenhos, os resultados relacionados ao bem-estar também são influenciados por diversos outros fatores, como manejo, genética, experiências prévias das matrizes, práticas de alimentação, tipo de piso, material de cama e temperatura (AVMA, 2015).

Gaiolas individuais de gestação

Como mencionado anteriormente, entre as vantagens das gaiolas de gestação estão a facilidade de identificação individual das matrizes, a possibilidade de fornecer dietas individualizadas e a prevenção de lesões decorrentes de brigas entre os animais.

Entre as desvantagens de uma gaiola convencional de aproximadamente 2,13 × 0,91 m estão a restrição da movimentação basicamente às ações de se sentar e se levantar, maior incidência de lesões associadas à gaiola, como lesões por pressão e escoriações (Gjein e Larssen, 1995; Boyle et al., 2002; Karlen et al., 2007), além do desenvolvimento de comportamentos estereotipados.

Esses comportamentos, que podem indicar estados mentais negativos como frustração e tédio, incluem morder repetidamente as barras da gaiola, mastigar e lamber de forma crônica (Broom et al., 1995; Chapinal et al., 2010; Zhou et al., 2014).

Alojamento coletivo

O alojamento coletivo procura, portanto, responder às preocupações relacionadas ao confinamento e ao isolamento.

Em baias coletivas internas, os suínos podem ser mantidos em grupos de diferentes tamanhos, variando de poucos animais até grupos com algumas centenas de indivíduos. Na América do Norte, o sistema mais comum é o alojamento interno com piso ripado, embora sistemas coletivos alternativos, como os galpões tipo arco (hoop barns) — estruturas semelhantes a túneis, com ventilação natural e cama de palha — também possam ser utilizados em regiões com condições climáticas adequadas.

Em sistemas de alojamento coletivo, marrãs e matrizes têm a oportunidade de interagir fisicamente umas com as outras e possuem maior liberdade de movimentação dentro da instalação.

A principal desvantagem de permitir contato corporal total entre os animais, entretanto, está nos danos físicos e psicológicos decorrentes da agressividade e das brigas.

Os confrontos podem ocorrer devido à competição por recursos ou a alterações na estrutura social do grupo, seja pela inclusão ou retirada de animais (McGlone e Salak-Johnson, 2008).

Entretanto, quando manejado corretamente, o alojamento coletivo pode apresentar produtividade e eficiência semelhantes às do alojamento em gaiolas individuais.

Sistemas ao ar livre

Nos sistemas ao ar livre, as possibilidades de expressão comportamental são ainda maiores.

O acesso às áreas externas permite comportamentos como busca e exploração de alimento, fuçar, banhar-se em lama e manipular ou consumir vegetação natural, insetos, entre outros elementos.

A disponibilidade de grandes áreas externas também pode reduzir a agressividade, pois proporciona mais espaço e permite que animais subordinados se afastem dos indivíduos dominantes e agressivos.

Entre as desvantagens estão o maior risco de doenças, devido à exposição a bactérias e vírus provenientes de vetores silvestres, e de parasitoses, além da exposição a condições climáticas externas que não podem ser controladas.

Como minimizar as desvantagens do alojamento coletivo?

Os produtores têm preocupações legítimas tanto em relação ao custo da implantação de novas estruturas nas instalações quanto em relação ao manejo de sistemas alternativos de alojamento coletivo, especialmente no que diz respeito à agressividade entre os animais.

A fertilidade e a manutenção bem-sucedida da gestação de marrãs e matrizes dependem, em última análise, de uma sequência precisa de eventos hormonais. O estresse pode facilmente interferir em qualquer etapa desse processo, resultando em falhas reprodutivas.

Um dos principais fatores de estresse são as brigas e a agressividade entre os animais.

As brigas ocorrem com maior intensidade imediatamente após a mistura social, período em que os indivíduos estabelecem ou restabelecem a hierarquia do grupo.

Felizmente, a agressividade e os confrontos podem ser reduzidos por meio da implementação de determinadas práticas de manejo sugeridas por Knox e Estienne (2013).

Tabela 1: Práticas de manejo para reduzir comportamentos de briga

(Knox e Estienne, 2013)

  • Reduzir o número de vezes que as fêmeas são misturadas em novos grupos (evitar reagrupamentos, se possível).
  • Agrupar as fêmeas de acordo com o porte corporal (leves, médias e pesadas).
  • Agrupar as fêmeas de acordo com a ordem de parto.
  • Implementar “baias de mistura”, nas quais um pequeno número de fêmeas possa se familiarizar e formar um subgrupo conhecido durante alguns dias antes de ser incorporado a um grupo maior.
  • Garantir que todas as baias sejam suficientemente grandes e disponham de área adicional de piso, permitindo que animais subordinados se afastem de indivíduos dominantes e agressivos.
  • Adicionar barreiras visuais e físicas, como paredes parciais e outras estruturas que possam ser utilizadas pelos animais subordinados como áreas de proteção e refúgio.
  • Considerar a introdução de novas marrãs/matrizes em uma baia separada dentro da baia coletiva principal. Essa estratégia permite uma introdução gradual e segura entre os animais, além de fazer com que as matrizes já alojadas na baia principal não considerem a pequena baia de entrada como parte de seu território.
  • Fornecer maior quantidade de alimento no momento da mistura e imediatamente após, além de realizar vários fornecimentos de ração ao longo do dia, a fim de limitar a competição por alimento.
  • Implementar sistemas de alimentação não competitivos, como o ESF (Electronic Sow Feeding — alimentação eletrônica individualizada de matrizes), e treinar as marrãs para utilizar o sistema previamente à sua introdução no plantel reprodutivo.
  • Evitar sistemas competitivos de alimentação, como o fornecimento de ração diretamente no piso.
  • Aumentar o teor de fibra da dieta para promover maior sensação de saciedade.
  • Utilizar enriquecimento ambiental.

A tabela aparece cortada na versão em PDF; para preservar seu conteúdo completo, consultei a imagem original da própria página do artigo.

Além disso, novas pesquisas têm demonstrado que a inclusão de determinados suplementos na água de bebida ou na ração pode reduzir a agressividade e as brigas, mantendo os animais mais calmos e relaxados.

Brown et al. (2017) verificaram que suínos suplementados com um produto fitogênico neurossensorial (Phytozen® Liquid, Probiotech International) durante três dias antes e após a mistura apresentaram redução significativa na duração das ameaças comportamentais durante o período inicial de agrupamento.

Também foi observada redução significativa na ocorrência de lesões cutâneas moderadas e graves em comparação com os animais não suplementados.

Em outro estudo (Ory, 2016), o mesmo produto reduziu significativamente a ocorrência de canibalismo em mais de 50%.

Portanto, a suplementação com determinados produtos apresenta perspectivas promissoras como uma ferramenta inovadora para o manejo da agressividade em suínos.

Exigências legais relacionadas ao bem-estar — exemplos ao redor do mundo

A utilização de gaiolas de gestação e até mesmo de gaiolas de maternidade tornou-se um tema cada vez mais controverso.

Em resposta à preocupação pública com sistemas de confinamento animal, diversas regiões do mundo estabeleceram exigências para modificar a forma como os suínos são alojados.

América do Norte

Nos Estados Unidos, 14 estados proibiram o chamado “confinamento extremo”, enquanto vários outros estavam seguindo o mesmo caminho (ASPCA, 2021).

Por exemplo, a Proposição 12 da Califórnia, uma iniciativa submetida à votação estadual, estabeleceu que todos os suínos reprodutores deveriam dispor de pelo menos pelo menos 2,23 m² de espaço útil e proibiu, a partir de janeiro de 2022, a comercialização no estado de produtos de carne suína in natura que não fossem produzidos de acordo com essas exigências.

Embora a Califórnia seja apenas um estado, ela representa aproximadamente 15% do mercado de carne suína dos Estados Unidos (National Pork Producers Council, 2021).

No Canadá, a cadeia de produção de carne suína assumiu o compromisso de eliminar gradualmente as gaiolas de gestação, com o objetivo de tornar-se livre desse sistema até 2024.

Entretanto, com a aproximação do prazo, representantes do setor passaram a solicitar uma extensão adicional de cinco anos, buscando transferir o prazo para 2029.

Europa

O Parlamento Europeu solicitou o fim da produção animal com a utilização de todos os tipos de gaiolas dentro dos seis anos seguintes. Os parlamentares votaram pela proibição de gaiolas na produção animal até 2027.

Além disso, sistemas de maternidade sem confinamento estão sendo cada vez mais promovidos e implementados.

Por exemplo, a Suprema Corte da Nova Zelândia considerou ilegal o uso de gaiolas de maternidade. Em resposta, o governo determinou uma eliminação gradual desses sistemas ao longo de cinco anos, estabelecendo 2025 como prazo.

Ásia

Como seria de se esperar, as mudanças de atitude não estão restritas à cultura “ocidental”.

A China é o maior produtor e consumidor mundial de carne suína. Embora o país não possua legislação específica sobre bem-estar de suínos, mudanças vêm sendo impulsionadas pelas exigências dos consumidores.

De acordo com uma pesquisa encomendada pela World Animal Protection (WAP, 2016), mais de 83% dos consumidores chineses gostariam de ver sistemas produtivos que proporcionassem aos suínos liberdade de movimento, ou seja, sem confinamento em gaiolas individuais.

De fato, a redução do uso de gaiolas já começou, com sistemas de alojamento coletivo de matrizes sendo implantados por um número grande e crescente de empresas produtoras de carne suína na China (CIWF, 2021).

Resistência do setor

Entretanto, nem todos apoiam essas mudanças.

Nos Estados Unidos, por exemplo, o North American Meat Institute (NAMI), maior associação comercial representante de processadores de carnes e frigoríficos de animais de produção e aves do país, tentou impedir a implementação da Proposição 12.

A entidade argumentou que as mudanças propostas acarretariam custos excessivamente elevados para produtores e consumidores e não seriam economicamente viáveis. O NAMI também questionou a constitucionalidade da Proposição 12.

A entidade tentou contestar a decisão, mas a Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou o pedido do NAMI para analisar a constitucionalidade da Proposição 12. Dessa forma, as mudanças propostas continuaram avançando.

Essa divergência não é exclusiva dos Estados Unidos. De maneira geral, o setor permanece dividido quanto ao apoio à eliminação total das gaiolas. Enquanto alguns produtores apoiam a mudança, outros são contrários e há aqueles que defendem que a decisão seja deixada a critério dos produtores, em vez de ser determinada por legislação.

Outros fatores que impulsionam mudanças — exemplos do setor de alimentos

Atualmente, o movimento relacionado ao bem-estar das aves está bastante ativo.

Os produtores enfrentam o desafio de retirar as galinhas poedeiras das gaiolas e migrar para sistemas livres de gaiolas. Também vêm sendo pressionados a considerar a substituição de linhagens de frangos de corte de crescimento rápido por linhagens de crescimento mais lento, buscando reduzir os problemas cardíacos e musculoesqueléticos associados às aves pesadas e de crescimento acelerado.

Centenas de empresas multinacionais do setor de alimentos, desde produtores até redes de restaurantes, supermercados, varejistas e empresas de serviços de alimentação, assumiram compromissos de adquirir produtos avícolas de fornecedores que atendam às novas exigências de bem-estar das aves.

A cadeia da carne suína também vem seguindo caminho semelhante.

Muitas das empresas que anunciaram compromissos públicos para melhorar o bem-estar das aves também assumiram compromissos relacionados ao bem-estar dos suínos. A principal meta anunciada é a eliminação das gaiolas individuais de gestação de suas cadeias de fornecimento.

A transformação do bem-estar dos animais de produção

Em resumo, o cenário relacionado ao bem-estar dos animais de produção continua evoluindo.

À medida que a população humana global continua aumentando significativamente, cresce também a demanda por proteína de origem animal.

Portanto, é improvável que os sistemas convencionais de produção desapareçam completamente.

Em vez disso, a elevada demanda por proteína cria mais espaço para que os produtores diversifiquem seus sistemas e atendam ao desejo dos consumidores e clientes por diferentes opções de compra, compatíveis tanto com diferentes níveis de poder aquisitivo quanto com seus valores pessoais.

Referências

American Veterinary Medical Association (AVMA) (2015). Welfare Implications of Gestation Sow Housing.

ASPCA (2021). Farm Animal Confinement Bans by State.

Boyle, L.A.; Leonard, F.C.; Lynch, P.B.; Brophy, P. (2002). Effect of gestation housing on behavior and skin lesion scores of sows in farrowing crates. Applied Animal Behaviour Science, 76:119–134.

Broom, D.M.; Mendl, M.T.; Zanella, A.J. (1995). A comparison of the welfare of sows in different housing conditions. Animal Science, 61:369–386.

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Chapinal, N.; Ruiz de la Torre, J.L.; Cerisuelo, A.; Gasa, J.; Baucells, M.D.; Coma, J.; Vidal, A.; Manteca, X. (2010). Evaluation of welfare and productivity in pregnant sows kept in stalls or in 2 different group housing systems. Journal of Veterinary Behavior: Clinical Applications and Research, 5:82–93.

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Gjein, H.; Larssen, R.B. (1995). Housing of pregnant sows in loose and confined systems — a field study 1. Vulva and body lesions, culling reasons and production results. Acta Veterinaria Scandinavica, 36:185–200.

Karlen, G.A.M.; Hemsworth, P.H.; Gonyou, H.W.; Fabrega, E.; Strom, A.D.; Smits, R.J. (2007). The welfare of gestating sows in conventional stalls and large groups on deep litter. Applied Animal Behaviour Science, 105:87–101.

Knox, R.V.; Estienne, M.J. (2013). Group Housing Systems: Forming Gilt and Sow Groups. National Pork Board.

McGlone, J.J.; Salak-Johnson, J. (2008). Changing from sow gestation crates to pens: Problem or opportunity? In: Proceedings: Manitoba Swine Seminar, Winnipeg, Manitoba, Canadá, p. 47–53.

McKendree, M.G.S.; Croney, C.C.; Widmar, N.J.O. (2014). Effects of Demographic Factors and Information Sources on United States Consumer Perception of Animal Welfare. Journal of Animal Science, 92:3161–3173.

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Ory, N. (2016). L’apaisement des porcs: leur bien-être et celui des éleveurs. Cooperl Arc Atlantique Magazine, outubro de 2016, p. 14–15.

Vieuille-Thomas, C.; Le Pape, G.; Signoret, J.P. (1995). Stereotypies in pregnant sow: indications of influence of the housing system on the patterns expressed by the animals. Applied Animal Behaviour Science, 44:19–27.

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Zhou, Q.; Sun, Q.; Wang, G.; Zhou, B.; Lu, M.; Marchant-Forde, J.N.; Yang, X.; Zhao, R. (2014). Group housing during gestation affects the behaviour of sows and the physiological indices of offspring at weaning. Animal, 8:1162–1169.

 

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