
U.E.: Vários países pedem maior ambição no plano europeu para os fertilizantes
Vários Estados-Membros consideram o plano europeu para os fertilizantes insuficiente e apelam a mais ajuda, a uma implementação mais rápida e a medidas estruturais.

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Vários Estados-Membros consideram o plano europeu para os fertilizantes insuficiente e apelam a mais ajuda, a uma implementação mais rápida e a medidas estruturais.

De acordo com um estudo independente do The Juday Group, publicado pela USMEF, as exportações de carne vermelha geraram benefícios significativos para os produtores de milho e soja dos EUA em 2025.

A UE vai suspender as tarifas sobre os fertilizantes azotados durante um ano para reduzir os custos e a dependência de fontes estrangeiras.

Nesta estimativa inicial para a campanha 2026/27, o milho enfrenta um ajustamento na produção após os recordes do ciclo anterior, com quebras nos EUA e na Argentina que o crescimento no Brasil e na China não está a compensar totalmente. A soja, por outro lado, inicia o novo ciclo com uma perspetiva mais animadora: o crescimento simultâneo no Brasil, nos EUA e na Argentina deverá impulsionar a produção global para um novo máximo histórico.

A Comissão Europeia apresenta um plano para apoiar os agricultores, melhorar o acesso aos fertilizantes e reforçar a produção sustentável na Europa.

A fileira suinícola argentina continua o seu crescimento sustentado, consolidando tanto a produção como o abate.

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No relatório de abril, o milho apresenta uma perspetiva de expansão devido à recuperação nos EUA, Argentina e Ucrânia, bem como ao aumento do comércio. Já a soja apresenta um balanço mais apertado: o crescimento no Brasil e no Paraguai não compensa as quebras na Argentina e nos EUA, deixando a oferta praticamente inalterada.

Os agricultores dos EUA planeiam reduzir a área semeada com milho e aumentar a de soja em 2026, enquanto os stocks de grãos aumentam nas principais culturas.

O Conselho de Ministros da Agricultura da U.E., solicitou à Comissão Europeia, a criação um plano de acção para assegurar o abastecimento de fertilizantes, produto imprescindível para assegurar a rentabilidade das produções agrícolas, que se vê dificultado pela guerra no Médio Oriente.

O Conselho Agrícola da UE analisa os mercados, o comércio e os custos, com foco na resiliência, nos acordos comerciais e na transição energética.

A mais recente atualização aponta para um aumento da disponibilidade de milho impulsionado pelos Estados Unidos e pela Ucrânia, juntamente com um fornecimento estável de soja graças ao forte desempenho no Brasil e no Paraguai.

Apresentamos os principais pontos das estimativas de cereais e oleaginosas para a campanha 2025/26, publicadas pelo USDA a 10 de fevereiro.




O objectivo é garantir alimentos seguros e nutritivos para os consumidores da UE, bem como os mais elevados padrões de qualidade para a alimentação animal.

O agronegócio argentino consolida a sua integração global ao eliminar as barreiras sanitárias em mais de 160 mercados até 2025.

O relatório Perspectivas Agrícolas da UE da Comissão apresenta projecções para os mercados de cereais da UE até 2035.

O acto legislativo entrará em vigor no dia seguinte à sua publicação no Jornal Oficial da UE.

A produção de rações na UE deverá manter-se estável em 2025, com um ligeiro aumento de 0,4% em relação a 2024, apesar dos desafios económicos e regulamentares.

Os preços globais do trigo, milho, cevada e sorgo aumentaram.



O Conselho concorda em simplificar e adiar a aplicação do Regulamento contra a Desflorestação, reduzindo os obstáculos e facilitando a sua implementação.

Os Estados Unidos dependem fortemente da importação de vitaminas e aminoácidos, a maioria proveniente da China. Isto representa riscos tanto para a estabilidade da cadeia de abastecimento como para a segurança alimentar nacional.

A Espanha actualizou a regulamentação sobre a utilização de proteína animal processada na alimentação animal.

Mais de vinte organizações europeias apelam a uma revisão do Regulamento da União Europeia sobre Desflorestação (EUDR) devido à incerteza jurídica e ao risco de interrupções no fornecimento de matérias-primas, incluindo a soja.

A produção de alimientos compostos para animais em Espanha deverá atingir 38,8 milhões de toneladas em 2024.

Foram registados aumentos nos volumes de produção de rações para as três principais espécies-alvo (suínos, bovinos e aves).

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