
China prolonga investigação antidumping sobre a carne de porco da UE
O inquérito anti-dumping sobre as importações de carne de porco e de subprodutos de suíno originários da União Europeia foi alargado.

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O inquérito anti-dumping sobre as importações de carne de porco e de subprodutos de suíno originários da União Europeia foi alargado.

Em 22 de Maio, a Comissão Europeia, no âmbito do seu Regulamento relativo à desflorestação (2023/1115), classificou a Argentina como um país de risco de desflorestação “padrão”.

Vinte países da UE apelam a uma PAC autónoma, estratégica e bem financiada antes da próxima negociação do Quadro Financeiro Plurianual.

Os estados federados terão mais meio ano para a sua implementação.

O crescimento das exportações foi impulsionado pelos elevados preços do cacau e do café, enquanto as exportações de cereais diminuíram.

O Mato Grosso será reconhecido internacionalmente como zona livre de Febre Aftosa sem vacinação pela Organização Mundial de Saúde Animal. Certificação histórica que será entregue em Paris e abre portas para mercados exigentes como Japão e Coreia do Sul.

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A Rússia aumentou as suas exportações de produtos cárneos em 36% até meados de Maio, em comparação com o mesmo período do ano passado, atingindo as 345 mil toneladas.

O novo Regulamento das Obrigações de Comércio Justo (Suínos) foi sancionado com o objectivo de garantir uma maior justiça e transparência em toda a cadeia de abastecimento de suínos.

Em Paris, a OMSA entregou o certificado oficial. A delegação argentina manteve reuniões com autoridades da França, Chile, Turquia e Japão.

O relatório semestral sobre Gado e Produtos no México, publicado pelo USDA, revela que o sector suinícola continuará a apresentar um crescimento moderado em 2025, apoiado pela melhoria genética, redução de custos e uma procura interna sustentada, enquanto as importações permanecerão estáveis, com destaque para os Estados Unidos como principal fornecedor.

Espanha aprovou a modificação do Plano Estratégico da PAC na Conferência Sectorial da Agricultura.

Entre os principais produtos que a Argentina vende ao mundo estão: milho, óleo de soja, cevada, óleo de girassol, amendoim, moluscos, queijos, peras, batata e couro, entre outros.



Análise dos dados de consumo de carnes no Brasil entre 1997-2024 revela uma transformação nos hábitos alimentares e oportunidades para o sector suinícola.

Os eurodeputados defendem o aumento dos direitos aduaneiros sobre os fertilizantes e produtos agrícolas russos e bielorrussos para reduzir a dependência das importações.

Os três principais matadouros controlam 51% do total de abates do país, o que representa uma diminuição de 7% em relação ao ano anterior.

A carne espanhola ganha protagonismo no Japão, onde as exportações agro-alimentares ultrapassam os 1335 milhões de euros.

A saída de suínos (leitões para engorda e porcos para abate) baixou 19,5% no 1º trimestre de 2025 quando comparada com o mesmo período do ano anterior, passando das 167 015 cabeças de 2024 para as 130 630 cabeças de 2025

Com um aumento de 77% no volume exportado, o Paraná atingiu 1,18 milhões de tons de milho exportado entre Janeiro e Abril de 2025, assumindo o 2º lugar no ranking nacional, atrás apenas do Mato Grosso. O Irão foi o principal destino. O Estado também bateu o record mensal nas exportações de carne de porco.



A entrada de porcos para abate aumentou 5,2% no 1º trimestre de 2025 quando comparada com o mesmo período de 2024, passando de 226 041 cabeças no ano passado para 237 858 cabeças este ano.

Os abates de suínos em Portugal no 1º trimestre de 2025, apresentam um aumento de 4,8% no total de porcos abatidos (+46 080 cabeças) do que em 2024.

O excedente comercial diminuiu para 3 mil milhões de euros, reflectindo o aumento dos custos de importação.

O Comité do Comércio Internacional aprovou um aumento de 50% das taxas sobre alguns produtos agrícolas russos e bielorussos para reduzir ainda mais a dependência da UE.

As exportações de carne de porco dos EUA apresentaram uma tendência de subida face ao ano anterior em Março, de acordo com os dados divulgados pelo USDA e compilados pela Federação de Exportação de Carne dos EUA (USMEF). Os mercados latino-americanos voltaram a impulsionar o crescimento das exportações de carne de porco.

Os agricultores da UE enfrentam uma pesada carga administrativa, que consome tempo e dinheiro, tanto para eles como para as administrações nacionais.


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