
Brasil: Abate de suínos cresce no 4° trimestre de 2024
No 4° trimestre de 2024, o abate de suínos somou 14,23 milhões de cabeças.

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No 4° trimestre de 2024, o abate de suínos somou 14,23 milhões de cabeças.

Em Dezembro de 2024, a Polónia viu a sua população de suínos diminuir mais de 7% em relação ao ano anterior. A participação dos porcos de engorda na estrutura do efectivo aumentou em comparação com outras categorias de suínos.

De acordo com a classificação apresentada, as 20 maiores empresas de criação de suínos produzem quase 80% do volume total de suínos para abate (4671,7 mil toneladas)

Os preços de exportação do trigo caíram ligeiramente, enquanto os preços mundiais do milho aumentaram.

A produção de carne está a aumentar pela primeira vez desde 2016, mas continua quase 25% abaixo do pico anterior.

A presidência polaca dá prioridade à sustentabilidade agrícola e à transição ecológica na UE, com ênfase nas reformas da PAC e na biodiversidade.

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A descida foi motivada pelos preços internacionais mais baixos da carne de ovino, porco e aves, que superaram os aumentos das cotações da carne de bovino.

A Espanha atingiu um novo máximo nas importações de leitões dos Países Baixos em 2024.

Na sexta-feira, o Bundestag garantiu o desenvolvimento direccionado das centrais de biogás existentes ao aprovar o projecto de lei que altera a Lei das Fontes de Energia Renovável.

O JOUE acaba de publicar o regulamento relativo à sequenciação do genoma completo para a investigação de surtos de doenças de origem alimentar.

A pressão veio do avanço da colheita de 2024/25 no Brasil, das reduções das retenções sobre o complexo soja na Argentina e da desvalorização cambial.

Após uma apresentação pela Comissão, os Ministros da Agricultura trocaram pontos de vista sobre duas propostas legislativas recentemente publicadas, destinadas a reforçar a posição dos agricultores na cadeia de abastecimento agroalimentar e a responder a alguns dos desafios mais prementes que o sector agrícola enfrenta.



Apesar da conjuntura em 2024 e do aumento das importações, a produção nacional de carne de porco registou um crescimento significativo, que poderá ser explicado, em parte, pela robustez do consumo interno, bem como pela recuperação gradual das exportações. Estes resultados reflectem a resiliência e o dinamismo do sector suinícola, marcando um final de ano muito positivo e perspectivas promissoras para o futuro.

O Conselho debateu os últimos desenvolvimentos no comércio agroalimentar, com especial destaque para o impacto nos agricultores da UE e para os obstáculos não pautais ao comércio com países fora da UE.

As políticas de simplificação administrativa, a abertura de novos mercados e a melhoria da oferta de produção foram algumas das medidas que impulsionaram este aumento e consolidaram o país como um actor fundamental no comércio alimentar mundial.

Até 2020, 40% de todas as explorações agrícolas da UE dispõem de instalações de armazenamento de efluentes

A China reduz as importações de carne de porco em 2024 e a produção mantém-se elevada.

O bom desempenho acompanha o clima favorável registado durante o desenvolvimento das culturas da primeira safra.


A Peste Suína Africana continua a ser um desafio para a Europa após uma década de surtos em porcos domésticos e javalis.

O Plano One Health visa proteger as pessoas, os animais e o ambiente das ameaças partilhadas à saúde.

Desde o início de 2024, as exportações de carne de porco russa para a China totalizaram cerca de 40 mil toneladas, valendo mais de 100 milhões de dólares.

O Ministro da Agricultura, Luís Planas, apresentou ao Conselho de Ministros a Estratégia Alimentar Nacional como um quadro geral de políticas públicas destinadas a alcançar um sistema agro-alimentar e pesqueiro mais sustentável e competitivo.

O Brasil é livre de Peste Suína Africana desde 1988 e mantém reconhecimento internacional, como livre da doença, emitido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

Em geral, as condições actuais afastam a possibilidade de uma campanha de alto rendimento para o milho e para a soja, o que exigiria chuvas significativas para inverter a tendência negativa.


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