
França: nova estirpe da gripe suína
Uma nova estirpe de gripe suína, H1avN2#E, surgiu em França em 2020, substituindo as estirpes anteriores e aumentando o risco zoonótico.

Um boletim periódico de notícias sobre o mundo suinícola
faz login e inscreve-te na lista

Uma nova estirpe de gripe suína, H1avN2#E, surgiu em França em 2020, substituindo as estirpes anteriores e aumentando o risco zoonótico.

Pela primeira vez, o relatório anual da Rede Alerta inclui notificações sobre o bem-estar dos animais e os animais de companhia.

Os eurodeputados defendem o aumento dos direitos aduaneiros sobre os fertilizantes e produtos agrícolas russos e bielorrussos para reduzir a dependência das importações.

Os três principais matadouros controlam 51% do total de abates do país, o que representa uma diminuição de 7% em relação ao ano anterior.

A carne espanhola ganha protagonismo no Japão, onde as exportações agro-alimentares ultrapassam os 1335 milhões de euros.

A saída de suínos (leitões para engorda e porcos para abate) baixou 19,5% no 1º trimestre de 2025 quando comparada com o mesmo período do ano anterior, passando das 167 015 cabeças de 2024 para as 130 630 cabeças de 2025

Bem-vindo à 3tres3
Ligue-se, partilhe e relacione-se com a maior comunidade de profissionais do sector suinícola.
Já somos 209966 Utilizadores!
Regista-teJá é membro?

Com um aumento de 77% no volume exportado, o Paraná atingiu 1,18 milhões de tons de milho exportado entre Janeiro e Abril de 2025, assumindo o 2º lugar no ranking nacional, atrás apenas do Mato Grosso. O Irão foi o principal destino. O Estado também bateu o record mensal nas exportações de carne de porco.

A entrada de porcos para abate aumentou 5,2% no 1º trimestre de 2025 quando comparada com o mesmo período de 2024, passando de 226 041 cabeças no ano passado para 237 858 cabeças este ano.

A UE e o Reino Unido vão trabalhar num acordo SPS que permitiria reduzir os controlos e os certificados no comércio de produtos agro-alimentares.

Os abates de suínos em Portugal no 1º trimestre de 2025, apresentam um aumento de 4,8% no total de porcos abatidos (+46 080 cabeças) do que em 2024.

O excedente comercial diminuiu para 3 mil milhões de euros, reflectindo o aumento dos custos de importação.

O Comité do Comércio Internacional aprovou um aumento de 50% das taxas sobre alguns produtos agrícolas russos e bielorussos para reduzir ainda mais a dependência da UE.



As exportações de carne de porco dos EUA apresentaram uma tendência de subida face ao ano anterior em Março, de acordo com os dados divulgados pelo USDA e compilados pela Federação de Exportação de Carne dos EUA (USMEF). Os mercados latino-americanos voltaram a impulsionar o crescimento das exportações de carne de porco.

As importações pessoais para viajantes da UE continuam proibidas.

Os agricultores da UE enfrentam uma pesada carga administrativa, que consome tempo e dinheiro, tanto para eles como para as administrações nacionais.

Em 2024, as exportações francesas de carne de porco apresentaram uma ligeira recuperação, tendo como principal destino a China e como principal produto a carne congelada.

A produção de trigo, milho, cevada e aveia deverá aumentar em relação ao ano anterior no ano comercial de 2025/26.

Com alta de 40% na receita frente a 2024, o mês teve o maior volume já embarcado para um Abril e a segunda maior receita da série histórica.


As perspectivas para a próxima colheita mundial de milho são muito positivas, impulsionadas principalmente pelo aumento da produção nos Estados Unidos. Prevê-se igualmente que o comércio internacional deste cereal seja dinâmico, embora tal seja acompanhado de uma redução das existências finais. Quanto à soja, prevê-se um aumento significativo da produção e das exportações do Brasil, o que contribuirá para dinamizar o comércio internacional desta oleaginosa.

As exportações de carne de suíno da UE estabilizam em 2024 em 4,21 milhões de toneladas, longe do recorde de 2020, marcado pela recuperação chinesa e por alterações nos destinos.

Os EUA reduzirão temporariamente os direitos aduaneiros sobre as importações chinesas e a China comprometeu-se a reduzir os direitos de retaliação.

No quadro do fortalecimento das relações comerciais entre a Colômbia e a China, o Instituto Nacional de Vigilância de Medicamentos e Alimentos (Invima) tem identificados os produtos alimentares que o país teria capacidade de exportar para o gigante asiático.

Santa Catarina alcançou no primeiro quadrimestre deste ano o melhor desempenho dos últimos 28 anos nas exportações de carnes para o acumulado do período.

O Parlamento Europeu mantém-se firme contra a proposta de fundo único e apela a um aumento do orçamento da PAC.


Um boletim periódico de notícias sobre o mundo suinícola
faz login e inscreve-te na lista