
EUA: reforço da saúde dos suínos com Estratégia Nacional de Saúde Suína
A indústria suína dos EUA está a promover uma estratégia nacional para reduzir as doenças e reforçar a biossegurança contra ameaças internas e externas.

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A indústria suína dos EUA está a promover uma estratégia nacional para reduzir as doenças e reforçar a biossegurança contra ameaças internas e externas.

O Canadá mantém um efetivo suíno estável e aumenta a produção e as exportações de carne de porco até 2026, impulsionado por melhorias na produtividade e pela forte procura global.

No seu mais recente relatório, "Pecuária e Aves: Mercados Mundiais e Comércio", o USDA projeta um ligeiro crescimento da produção global de carne de porco em 2026, impulsionado pelos avanços nos Estados Unidos, Brasil, China e Canadá, enquanto a PSA, em Espanha, poderá continuar a exercer pressão negativa sobre a produção e as exportações da União Europeia.

Espanha está a promover uma abordagem de Saúde Única para melhorar a deteção precoce e a resposta às zoonoses através da coordenação interministerial.

Foram assinados vários acordos: sobre a regionalização da gripe aviária e da doença de Newcastle, pistácios e figos secos, fertilizantes e proteína animal, carne de porco e um memorando sobre indicações geográficas.

O Plano Nacional de Biossegurança Suína certificou que as explorações que produzem 25% da carne de porco comercial do país irão arrecadar 40 milhões de dólares em dois anos.

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De acordo com o último relatório do MAPA, de 9 de abril, foram detetados dois novos focos de contágio, num total de 11 casos. El Papiol, onde foram confirmados 3 casos, foi adicionado à lista dos 10 municípios afetados.

Os principais destinos de exportação, de Portugal para os países asiáticos, em 2026, são, em volume, China, e em valor, o Japão.

O maior número de leitões desmamados por ninhada compensou a diminuição do efectivo de reprodutoras.

O abate de porcos em Janeiro aumentou ligeiramente, mas os preços continuam sob pressão num contexto europeu marcado pela Peste Suína Africana (PSA) e pela redução das vendas.

As exportações passaram as 150 mil toneladas e crescem 32,2%.

As exportações neerlandesas de leitões caíram 20% no 1º trimestre de 2026; Espanha continua a ser o principal destino, apesar do impacto da Peste Suína Africana (PSA).



França apresenta lei de emergência para simplificar as regulamentações, proteger os agricultores e reforçar a soberania alimentar.

A carne de porco representa aproximadamente 52% do consumo total.

Impulsionado pelas exportações e por custos menores com a alimentação, o sector suinícola lidera o cenário de subida no país, que também registou números inéditos nas produções de bovinos, frangos, ovos e leite em 2025.

A Peste Suína Africana reapareceu na Saxónia. O estado da Saxónia era considerado livre de PSA desde 5 de Fevereiro de 2026.

O Conselho de Ministros da Agricultura da U.E., solicitou à Comissão Europeia, a criação um plano de acção para assegurar o abastecimento de fertilizantes, produto imprescindível para assegurar a rentabilidade das produções agrícolas, que se vê dificultado pela guerra no Médio Oriente.

Governo da Catalunha reforça medidas de luta contra a PSA.


Paris e Londres aceleram acordo SPS para facilitar o comércio e garantir padrões elevados em saúde animal e segurança alimentar.

Os produtores propõem um plano de saída, mas o sector rejeita-o e exige condições para continuar a produzir na Dinamarca.

O Conselho Agrícola da UE analisa os mercados, o comércio e os custos, com foco na resiliência, nos acordos comerciais e na transição energética.

Em janeiro, as remessas aumentaram tanto em volume como em valor, impulsionadas pela forte procura nos mercados-chave, com o México como principal destino.

A mais recente atualização aponta para um aumento da disponibilidade de milho impulsionado pelos Estados Unidos e pela Ucrânia, juntamente com um fornecimento estável de soja graças ao forte desempenho no Brasil e no Paraguai.

A mobilização surge na sequência de um pedido de assistência das autoridades cipriotas, através do Mecanismo de Proteção Civil da UE. Inclui desinfetantes e equipamento de proteção individual.

