
A COVID-19 leva ao encerramento de um matadouro nos Países Baixos
O matadouro que a Vion tem em Groenlo irá manter-se encerrado durante 2 semanas.

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O matadouro que a Vion tem em Groenlo irá manter-se encerrado durante 2 semanas.

O acordo garante o acesso ao mercado do Canadá e do México, dois dos maiores mercados de exportação de produtos de carne de porco dos EUA.

Após os resultados positivos para Covid-19 nos trabalhadores de uma unidade de Dissen, foi decidido encerrar temporariamente, desde o passado dia 18 de Maio.

De acordo com os dados publicados pelo GPP, fornecidos pelo INE como dados preliminares, relativos aos abates de suínos aprovados para consumo em Portugal entre Janeiro e Março de 2020, estes apresentam uma redução de 0,2% no total de porcos abatidos

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A Comissão Europeia adoptou estratégias “Do prado ao prato” para um sistema alimentar equitativo, saudável e respeitante do meio ambiente.

Os casos confirmados de COVID-19 num matadouro em Fleury les Aubrais são até agora 34, tendo sido encerrado temporariamente pelo município.

Na carne, Portugal aumentou as suas vendas ao exterior em 9,1% em 2020

No final de Abril, quase um terço dos matadouros encerrou ou reduziu a produção, causando uma queda de 35% nos preços da carne de porco.

Teve início na Terça-feira, 19 de Maio, a reabertura gradual do matadouro que a Westfleisch tem em Coesfeld.



Foi atribuído nome a bactéria desconhecida anteriormente que causa sinais de doença pulmonar em porcos.

O Brasil tem vindo a consolidar-se como o maior exportador de carnes bovina e de aves e a ampliar a sua participação também no mercado internacional de carne de porco.

A produção global de carne caiu 1,0% após duas décadas de crescimento constante. As exportações mundiais de carne aumentaram 6,8% - a expansão anual mais rápida desde 2012.

Perante a pandemia de COVID-19, os agentes sociais da indústria da alimentação e bebidas de Espanha acordou um Protocolo Guia de Protecção e Prevenção laboral para trabalhadores do sector.


A Junta da Estremadura pede que as medidas de armazenamento privado previstas pela Europa para a carne de bovino, ovino e caprino se tornem extensivas ao sector do porco ibérico.

A Vion e a Westfleisch tiveram que fechar, de forma temporária, algumas das suas unidades de abate devido à presença de COVID-19 entre os seus empregados.

O Serviço de Informação Agro-Alimentar e Pesqueira prevê um aumento de 20,5% nas exportações mexicanas de carne de porco.


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