
Planos de controlo e erradicação de PRRS na Europa
Há poucos países da União Europeia que estejam a planear uma erradicação a nível nacional.

Um resumo semanal das novidades da 3tres3.com.pt
faz login e inscreve-te na lista

Há poucos países da União Europeia que estejam a planear uma erradicação a nível nacional.

Muito provavelmente o estado imunitário das explorações em relação ao PCV2 modificou-se relativamente ao que tinham antes de que as vacinações de leitões fossem massivas.

Parece que temos um novo vírus capaz de provocar uma doença vesicular nos porcos.

Para conseguir ter anticorpos adquiridos activamente preparados no momento do desmame, os leitões deveriam ser imunizados entre os 10 dias e as 2 semanas antes do desmame.

Actualmente, não se pode recomendar nenhuma análise RT-PCR como método universal que permita a detecção de todas as estirpes de PRRSV com uma sensibilidade óptima.

Apesar de não terem uma reacção serológica pós-vacinal consistente, os animais vacinados comportavam-se de um modo totalmente distinto aos não vacinados em condições de campo.

Bem-vindo à 3tres3
Ligue-se, partilhe e relacione-se com a maior comunidade de profissionais do sector suinícola.
Já somos 208791 Utilizadores!
Regista-teJá é membro?



Não se encontrou nenhum enteropatogénico numa quantidade clinicamente relevante, pelo que a massiva infestação de Blastocystis sp. foi considerada significativa neste caso.

É proposto o acompanhamento das porcas de reposição através de um programa de recolha de fluidos orais.

Ficam muitas questões por responder, como por exemplo que impacto tem a doença a nível reprodutivo em situações endémicas, especialmente em nulíparas, ou qual é o papel que a gripe tem nas maternidades e baterias, mesmo quando sabemos que estes últimos animais podem ter um papel importante como reservatório do vírus numa exploração infectada endemicamente.

Efeito de uma vacina viva modificada de vírus de PRRS sobre a excreção da forma selvagem do vírus numa população infectada de porcos de engorda.

Entender as possíveis causas de claudicações pode ajudar a reduzir os seus níveis, na reprodução, e portanto melhorar a produtividade e o bem-estar das porcas.

Com base em inquéritos serológicos retrospectivos, a primeira evidência de PRRSV é de 1987, da antiga República Democrática Alemã mas depressa a doença foi descrita na maioria dos países europeus.


O vírus da Gripe Suína tipo A (IAV-S) pode estabelecer-se nas explorações de ciclo fechado e persistir durante muito tempo com infecções recorrentes em cada lote a uma idade determinada.

A maneira mais directa de diminuir a concentração de agentes infecciosos no ar é diminuir a concentração de pó. Neste artigo expõe-se o uso de um sistema de ionização de partículas denominado EPI.

Após duas semanas de quarentena, as marrãs começaram a coxear. O tratamento com amoxicilinas não deu resultado, apenas com doses elevadas (10 mg/kg) de macrólidos e espectinomicinas.

Após 24 anos de experiência, ainda não há um plano de controlo que reúna consenso e seja aceite por toda a comunidade técnica. Porquê?

Um diagnóstico definitivo de PRRS relativamente à presença clínica da doença requer que a informação serológica se interprete juntamente com os resultados de outros ensaios.

Foi detectado um eritema multiforme (EM) na maioria (90%) das porcas, associado a problemas respiratórios e sem mortalidade.



A combinação de amostras de leitões ao parto (vivos ou nascidos mortos) e ao desmame é precisa e segura para ter uma decisão que será crucial em qualquer plano de erradicação.

No presente estudo investigou-se a prevalência de porcos positivos a ETEC em explorações sem sinais clínicos de diarreia, bem como o padrão observado de resistência a antibióticos contra as estirpes isoladas de ETEC.

O Senecavírus A (SVA) foi proposto como agente causal da Doença Vesicular Idiopática em porcos. Além disso, foi recentemente descrito como causador de mortalidade neo-natal, que afecta leitões entre 0-7 dias.

Este artigo propõe um sistema para classificar as explorações relativamente ao PRRSv, baseando-se em definições que reflectem a biologia e a ecologia do vírus.

Para minimizar o risco do PCV2 associado a problemas reprodutivos, é conveniente alterar o fluxo de animais para assegurar uma boa exposição ao PCV2 antes da cobrição, como parte do programa de adaptação.

Deve ter-se em conta que um resultado positivo de PCR indica a presença de ARN viral mas não necessariamente a presença de PRRSv infeccioso


Um resumo semanal das novidades da 3tres3.com.pt
faz login e inscreve-te na lista