
Imunidade pós-desmame frente a E. coli
Para conseguir ter anticorpos adquiridos activamente preparados no momento do desmame, os leitões deveriam ser imunizados entre os 10 dias e as 2 semanas antes do desmame.

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Para conseguir ter anticorpos adquiridos activamente preparados no momento do desmame, os leitões deveriam ser imunizados entre os 10 dias e as 2 semanas antes do desmame.

Actualmente, não se pode recomendar nenhuma análise RT-PCR como método universal que permita a detecção de todas as estirpes de PRRSV com uma sensibilidade óptima.

Apesar de não terem uma reacção serológica pós-vacinal consistente, os animais vacinados comportavam-se de um modo totalmente distinto aos não vacinados em condições de campo.

Não se encontrou nenhum enteropatogénico numa quantidade clinicamente relevante, pelo que a massiva infestação de Blastocystis sp. foi considerada significativa neste caso.

É proposto o acompanhamento das porcas de reposição através de um programa de recolha de fluidos orais.

Ficam muitas questões por responder, como por exemplo que impacto tem a doença a nível reprodutivo em situações endémicas, especialmente em nulíparas, ou qual é o papel que a gripe tem nas maternidades e baterias, mesmo quando sabemos que estes últimos animais podem ter um papel importante como reservatório do vírus numa exploração infectada endemicamente.

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Efeito de uma vacina viva modificada de vírus de PRRS sobre a excreção da forma selvagem do vírus numa população infectada de porcos de engorda.

Entender as possíveis causas de claudicações pode ajudar a reduzir os seus níveis, na reprodução, e portanto melhorar a produtividade e o bem-estar das porcas.

Com base em inquéritos serológicos retrospectivos, a primeira evidência de PRRSV é de 1987, da antiga República Democrática Alemã mas depressa a doença foi descrita na maioria dos países europeus.

O vírus da Gripe Suína tipo A (IAV-S) pode estabelecer-se nas explorações de ciclo fechado e persistir durante muito tempo com infecções recorrentes em cada lote a uma idade determinada.

A maneira mais directa de diminuir a concentração de agentes infecciosos no ar é diminuir a concentração de pó. Neste artigo expõe-se o uso de um sistema de ionização de partículas denominado EPI.

Após duas semanas de quarentena, as marrãs começaram a coxear. O tratamento com amoxicilinas não deu resultado, apenas com doses elevadas (10 mg/kg) de macrólidos e espectinomicinas.


Após 24 anos de experiência, ainda não há um plano de controlo que reúna consenso e seja aceite por toda a comunidade técnica. Porquê?

Um diagnóstico definitivo de PRRS relativamente à presença clínica da doença requer que a informação serológica se interprete juntamente com os resultados de outros ensaios.

Foi detectado um eritema multiforme (EM) na maioria (90%) das porcas, associado a problemas respiratórios e sem mortalidade.

A combinação de amostras de leitões ao parto (vivos ou nascidos mortos) e ao desmame é precisa e segura para ter uma decisão que será crucial em qualquer plano de erradicação.

No presente estudo investigou-se a prevalência de porcos positivos a ETEC em explorações sem sinais clínicos de diarreia, bem como o padrão observado de resistência a antibióticos contra as estirpes isoladas de ETEC.

O Senecavírus A (SVA) foi proposto como agente causal da Doença Vesicular Idiopática em porcos. Além disso, foi recentemente descrito como causador de mortalidade neo-natal, que afecta leitões entre 0-7 dias.



Este artigo propõe um sistema para classificar as explorações relativamente ao PRRSv, baseando-se em definições que reflectem a biologia e a ecologia do vírus.

Para minimizar o risco do PCV2 associado a problemas reprodutivos, é conveniente alterar o fluxo de animais para assegurar uma boa exposição ao PCV2 antes da cobrição, como parte do programa de adaptação.

Deve ter-se em conta que um resultado positivo de PCR indica a presença de ARN viral mas não necessariamente a presença de PRRSv infeccioso

Foram tomadas uma série de medidas infrutíferas até que finalmente se consegue eliminar o problema.

O maneio da colibacilose suína requer uma compreensão da biologia dos múltiplos tipos de E. coli assim como das condições sob as quais são capazes de causar doença.

Por vezes é difícil fazer um diagnóstico adequado devido às co-infecções, os efeitos combinados de ambiente e nutrição e as dificuldades em identificar todos os possíveis agentes patogénicos implicados.


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