
Como é visto o vírus do PRRS no mundo? Como é tratado?
Os veterinários peritos em suínos descrevem a “percepção do PRRS” nas regiões mais importantes na produção de suínos.

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Os veterinários peritos em suínos descrevem a “percepção do PRRS” nas regiões mais importantes na produção de suínos.

Aumento de problemas respiratórios e perda de condição corporal com um aumento da mortalidade nas baterias e na engorda…

O Dia 0 marca o início oficial de uma estratégia de controlo de uma doença, aplicando-se como medida regular de controlo ou conduzindo à eliminação de uma doença na exploração.

Joan Aparicio e Lluís Ferrer partilham a sua experiência sobre a preparação da reposição com Joan Wennberg.

Este artigo aborda a proteção dada pela placenta epiteliocorial, o colostro, a imunidade conferida pelo leite e a imunidade congénita adquirida do leitão.

O objectivo do presente estudo foi comparar o uso de vacina viva contra PRRSV e de instalações de quarentena com o estado da PRRSV das porcas de reposição chegada a primeira inseminação.

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Montse Torremorell mostranos diferentes alternativas com as quais está a trabalhar para obter amostras de animais vivos a um custo razoável.

Alguns das principais mensagens a reter deste artigo são: M. hyo transmite-se lentamente dentro das populações expostas, mas os porcos podem excretar durante longos períodos de tempo.

O sistema imunitário, endócrino e o sistema nervoso central comunicam entre si através de vias anatómicas e hormono-neuropéptidas.

A vitamina D3 representa um papel central na resposta imunitária dos suínos. 25-OH-D3 pode ser uma fonte mais eficiente para melhorar o nível de vitamina D nos suínos, do que o colecalciferol.

A maioria das infecções devido a doenças profissionais são produzidas quando as pessoas manipulam carne ou fluídos corporais potencialmente infectados. Falaremos aqui sobre duas infecções potenciais: erisipelas e S. suis.

A mudança da origem das porcas de reposição é sempre uma decisão difícil. A monitorização através de análises antes da introdução não é suficiente.


A obtenção de fluidos orais em suínos é um método prático, fácil, eficaz e fiável para rastrear populações, ainda que quando se trate de leitões lactantes não seja tão fácil nem tão prático...

A pele é a primeira linha defensiva, já que é o maior orgão do corpo...

Enric Marco comenta as implicações práticas de um artigo recente que investiga a transmissão do DESv via sémen.

É muito importante analisar as novas sequências de vírus PRRS contra um amplo conjunto de referência que represente a exploração, o sistema e a região, assim como as sequências de vacinas comerciais disponíveis (isto permitirá diferenciar entre estirpes de campo e vacinas).

Este artigo descreve as principais doenças que os javalis podem transmitir ao porco domestico, a sua prevalência e vias de contágio. Também analisa o aumento da população de javalis em toda a Europa.

O objectivo foi investigar a dinâmica, persistência e características genéticas do vírus PRRS em três explorações suínas dinamarquesas que continuam a ser PRRS positivas apesar das diferentes tentativas de estabilização das explorações.



Devemos esperar que as explorações recentemente construídas na China tenham menos problemas respiratórios por terem melhores sistemas de ventilação, contudo enfrentámo-nos com um caso de App numa exploração nova com um desenho de ventilação moderno.

Os pesos médios dos leitões ao nascimento, nos 3 grupos de porcas vacinadas, foram estatisticamente superiores aos das porcas não vacinadas.

Numa exploração PRRS+ aumentam as repetições em pleno aumento de efectivo e mudança de maneio em bandas, de 3 semanas para 1.

O envenenamento com nitrito ainda ocorre nas modernas instalações de suínos, ainda mais com a presença do tratamento biológico do ar.

A superfície mucosa, constantemente exposta a antigénios, desenvolveu a capacidade de protecção contra organismos potencialmente nocivos através da resposta imunitária inata e adquirida.

Deverá reduzir-se a administração através da ração ao mínimo possível e substituí-la progressivamente pela administração na água de bebida e pela via intramuscular.


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