
Espanha: importações de suínos vivos no primeiro trimestre de 2026
No primeiro trimestre de 2026, as importações espanholas de suínos vivos para engorda ou para abate apresentam uma clara tendência decrescente.

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No primeiro trimestre de 2026, as importações espanholas de suínos vivos para engorda ou para abate apresentam uma clara tendência decrescente.

O conflito no Médio Oriente traz impacto limitado a curto prazo, mas riscos potenciais a longo prazo.

Esta semana, foram confirmados dois novos focos, totalizando 16 novos casos, um deles em Castellbisbal. A detecção deste caso em Castellbisbal, localizada a menos de 3 km da Zona Restrita I, obriga a uma modificação do zoneamento.

As exportações neerlandesas de leitões caíram 4,6% em 2025, tendo a Espanha passado a ser o principal destino após um crescimento de 13,2%, ultrapassando a Alemanha.

A assinatura do tratado modernizado está prevista para Maio de 2026 e permitirá o acesso imediato, livre de tarifas alfandegárias, de 83% dos produtos agro-alimentares mexicanos a um mercado de 450 milhões de consumidores.

Os agricultores dos EUA planeiam reduzir a área semeada com milho e aumentar a de soja em 2026, enquanto os stocks de grãos aumentam nas principais culturas.

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A China aumentou a produção de carne de porco em 4,2% no primeiro trimestre de 2026, impulsionada por maiores taxas de abate e aumento do efectivo.

O desempenho das culturas, na média nacional, é o segundo maior já registado pela Conab.

O último relatório do Ministério da Agricultura, Pescas e Alimentação (MAPA), datado de 16 de Abril, mostra a detecção de um novo foco com 16 casos positivos, elevando para 268 o número total de casos confirmados desde o início do surto.

A avicultura e a suinicultura impulsionam estimativas; exportações totais, incluindo a carne de vaca, devem atingir um novo record.

O Canadá mantém um efetivo suíno estável e aumenta a produção e as exportações de carne de porco até 2026, impulsionado por melhorias na produtividade e pela forte procura global.

No seu mais recente relatório, "Pecuária e Aves: Mercados Mundiais e Comércio", o USDA projeta um ligeiro crescimento da produção global de carne de porco em 2026, impulsionado pelos avanços nos Estados Unidos, Brasil, China e Canadá, enquanto a PSA, em Espanha, poderá continuar a exercer pressão negativa sobre a produção e as exportações da União Europeia.



O Plano Nacional de Biossegurança Suína certificou que as explorações que produzem 25% da carne de porco comercial do país irão arrecadar 40 milhões de dólares em dois anos.

Foram assinados vários acordos: sobre a regionalização da gripe aviária e da doença de Newcastle, pistácios e figos secos, fertilizantes e proteína animal, carne de porco e um memorando sobre indicações geográficas.

De acordo com o último relatório do MAPA, de 9 de abril, foram detetados dois novos focos de contágio, num total de 11 casos. El Papiol, onde foram confirmados 3 casos, foi adicionado à lista dos 10 municípios afetados.

Os principais destinos de exportação, de Portugal para os países asiáticos, em 2026, são, em volume, China, e em valor, o Japão.

O maior número de leitões desmamados por ninhada compensou a diminuição do efectivo de reprodutoras.

O abate de porcos em Janeiro aumentou ligeiramente, mas os preços continuam sob pressão num contexto europeu marcado pela Peste Suína Africana (PSA) e pela redução das vendas.



As exportações passaram as 150 mil toneladas e crescem 32,2%.

As exportações neerlandesas de leitões caíram 20% no 1º trimestre de 2026; Espanha continua a ser o principal destino, apesar do impacto da Peste Suína Africana (PSA).

França apresenta lei de emergência para simplificar as regulamentações, proteger os agricultores e reforçar a soberania alimentar.

A carne de porco representa aproximadamente 52% do consumo total.

Impulsionado pelas exportações e por custos menores com a alimentação, o sector suinícola lidera o cenário de subida no país, que também registou números inéditos nas produções de bovinos, frangos, ovos e leite em 2025.

O Conselho de Ministros da Agricultura da U.E., solicitou à Comissão Europeia, a criação um plano de acção para assegurar o abastecimento de fertilizantes, produto imprescindível para assegurar a rentabilidade das produções agrícolas, que se vê dificultado pela guerra no Médio Oriente.


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