
A genómica e a saúde suína
Um dos objectivos potenciais da selecção genómica é a identificação de genes ou regiões específicas com um impacto significativo sobre a saúde suína e a melhoria da selecção em resistência e/ou tolerância a doenças.

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Um dos objectivos potenciais da selecção genómica é a identificação de genes ou regiões específicas com um impacto significativo sobre a saúde suína e a melhoria da selecção em resistência e/ou tolerância a doenças.

A detecção e identificação rápida de E. coli patogénica implicada na diarreia pós-desmame permite um diagnóstico precoce e adequado da doença causada por esta bactéria.

Enric Marco comenta-nos que ultimamente é relativamente comum encontrar engordas que na sua fase final apresentam uma sintomatologia respiratória que responde mal aos tratamentos antibióticos. Nestes casos costumamos pensar no vírus do PRRS, contudo é menos frequente pendar na possibilidade de uma infecção viral mista…

A amostragem transversal (diferentes grupos de idade durante uma visita à exploração) tem a vantagem dos resultados serem rápidos.

A PRRSv favorece a aparição de infecções secundárias como a produzida por S.suis ao ser afectada a função de limpeza que deveria ser exercida pelos macrófagos alveolares.

Cerca de 50 % dos veículos utilizados para transportar porcos nos EUA não são lavados entre uma viagem e outra. É apresentado um estudo que avalia a possibilidade de inactivar PRRSv dos veículos contaminados através de tratamentos térmicos.

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Circundar as explorações com uma vedação de sebes altas reduz o risco de transmissão aerógena.

Os cadáveres apresentavam boa condição corporal e pronunciada cianose na zona ventral do abdómen e do pescoço.

As porcas de reposição acabadas de entrar e os leitões imediatamente antes do desmame são os principais grupos de risco.

A diarreia pós-desmame é endémica em muitas explorações e a sua prevalêcia flutua com o tempo. É mais frequente observá-la na primeira semana após o desmame e os síntomas varíam desde a morte súbita à diarreia entre leve e intensa.

A doença clínica e as consequências da infecção por PRRS têm uma componente hereditária significativa.

O PRRSv não favorece a infecção por H. parasuis porque reduz a população de macrófagos alveolares mas sim porque reduz a sua capacidade de inactivar a bactéria.


Entre os porcos europeus circulam quatro linhagens víricas, que têm HA claramente distinguíveis e que podem ser considerados vírus enzoóticos, ainda que a sua presença relativa e nível de incidência possa variar entre países.

As E. coli hemolizantes não são os únicos patogénicos e não costumam possuir genes relevantes para fmbrias e toxinas.

Em geral, a imunização através de vacinação é o método mais rápido e fácil para estabilizar uma exploração.

Nas explorações positivas ao PRRS o control do App será um degrau imprescindível no controlo das pleuropneumonias.

No futuro a UE deverá definir objectivos de redução de salmonelose suína para cada país em função da sua situação inicial

Este caso clínico estuda o comportamento e o controlo, a longo prazo, de uma infecção por App num ciclo fechado, abordando aspectos importantes como o desenho da exploração, a dinâmica da infecção e a evolução da imunidade.



Um emparelhamento antigénico perfeito é ideal, já que permite muito pouca, ou nenhuma, replicação/dano do vírus, excreção ou sinais clínicos. Não obstante, se o vírus for suficientemente semelhante para causar uma reacção cruzada, a infecção pode ver-se reduzida a uns 2-4 dias.

Dado que a infecção por vírus PRRS pode ser considerada comum em zonas de alta densidade suína é muito frequente pensar que nesses casos a biossegurança já pouco pode fazer. No entanto há que implementar uma correcta biossegurança para evitar a entrada de novas estirpes.

Que se tem que fazer com uma exploração infectada por PRRS? Estabilizar ou erradicar a infecção? Como para outras perguntas sobre epidemiologia, a resposta é “Depende”.

A PSA já se estabeleceu endemicamente em algumas áreas do Cáucaso e da Europa de Leste, onde está a causar consideráveis perturbações no comércio, além de ter um efeito devastador sobre os pequenos produtores.

O presente artigo prova que, pelo menos “in vitro”, a ordem importa. Nos casos de infecções mistas PRRS/PCV2, quando a infecção por PRRS é anterior ou simultânea à infecção por PCV2, as consequências são piores que quando a sequência é inversa.

Quanto maior a carga viral de PCV2 no soro, do desmame ao abate, menor o ganho médio diário (GMD).


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