
Minas Gerais terá record de produção de grãos na campanha 2022/2023
O primeiro levantamento da Conab para o próximo ano agrícola prevê 8,5% de aumento em comparação com o período anterior, chegando a 18,2 milhões de toneladas.

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O primeiro levantamento da Conab para o próximo ano agrícola prevê 8,5% de aumento em comparação com o período anterior, chegando a 18,2 milhões de toneladas.

Com uma produção estimada em aproximadamente 127 milhões de toneladas de milho, a colheita do cereal na campanha 2022/23 deverá registar um aumento de 12,5% em relação ao último ciclo.

A expansão da PSA e o impacto económico da guerra na Ucrânia são os principais factores que reduzem a procura de alimentos para animais.

A Rússia decidiu no final da semana passada suspender a sua participação na "Iniciativa Cereais do Mar Negro", obstruindo assim a exportação de cereais através do Mar Negro.

A falta de chuvas prejudicou o desenvolvimento da soja e do milho, principalmente na região Sul e no Mato Grosso do Sul, na colheita 2021/2022.

A falta de humidade dos solos retarda o avanço da sementeira de milho e os hectares que faltam semear atingem o seu valor mais elevado de sempre.

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O forte crescimento das exportações brasileiras foi impulsionado pela subida dos preços internacionais, bem como pela queda na produção mundial do cereal.

Em comparação com o relatório de Setembro, destacam-se os novos cortes nas previsões de produção e de exportações dos Estados Unidos para o milho e para a soja mas, para a América Latina, são estimados aumentos para a oleaginosa nestes dois indicadores.

Devido à redução do censo suíno, o volume de produção de ração para porcos diminuiu 7,6%, mas continua a ser o mais importante com 9,1 milhões de toneladas.

A produção brasileira de grãos pode atingir 312,4 milhões de toneladas na campanha 2022/23. O volume supera em 41,5 milhões de toneladas o anterior record.

Os dados revistos apontam para um aumento da produtividade e da produção.

Na passada 2ª feira teve lugar a reunião de Ministros Europeus da Agricultura durante a qual se discutiu sobre as consequências da agressão russa contra a Ucrânia na produção agrícola e na logística.


Favorecida pela maior humidade do solo, a sementeira da nova campanha de soja continua no Brasil, sobretudo no Paraná, Mato Grosso e São Paulo.

O Porto de Tarragona é o porto do Estado e do Mediterrâneo com maior volume de movimento de cereais.

Os preços do milho estão elevados no mercado interno, apesar da previsão de stocks confortáveis.

As culturas primaveris sofreram com a seca e as altas temperaturas. Como resultado, os rendimentos caíram drasticamente, especialmente no caso do milho de sequeiro.

Os fabricantes de rações temem não ser capazes de satisfazer a procura dos agricultores se este cenário se mantiver.

Na campanha passada, foram registadas temperaturas elevadas e falta de chuva durante o desenvolvimento das culturas da primeira safra que afectaram negativamente a produção.



A área de cultivo permanece estável, com ligeiros aumentos nas culturas arvenses e lenhosas.

O destaque foi para as vendas externas de milho.

O tempo adverso, a falta de chuva e as altas temperaturas levaram a uma colheita 20% abaixo da média dos últimos cinco anos.

As desvalorizações estão ligadas ao avanço da segunda colheita e a melhoria do clima nos Estados Unidos.

Oleksandr Kubrakov, ministro das infra-estruturas da Ucrânia, anunciou a retoma das exportações de cereais por via marítima, que tinham sido bloqueadas devido à guerra.

A pedido dos Estados-Membros da UE, a Comissão propõe uma derrogação temporária a curto prazo às regras de rotação de culturas e de manutenção de elementos não produtivos nas terras agrícolas.


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