
Medindo a evolução dos programas regionais de controlo de PRRS
Se todas as explorações da zona não estiverem implicadas no programa, o avanço será mínimo ou nulo.

Se todas as explorações da zona não estiverem implicadas no programa, o avanço será mínimo ou nulo.

Todas as vacinas disponíveis no mercado europeu e norte americano estão baseadas no genótipo PCV2a, ainda que os mais prevalentes sejam os PCV2b e PCV2d. Muito embora se tenha demonstrado um nível significativo de protecção cruzada entre estes três genótipos, seria interessante avaliar se a eficiência das vacinas é equivalente frente a todos estes genótipos.

As diferenças entre estirpes são notórias em virulência e infectividade. Além disso, o novo vírus não se controla com as vacinas desenvolvidas a partir das estirpes clássicas e inclusive poderá dar falsos positivos em alguns testes de diagnóstico.

Recebemos um telefonema para visitar uma exploração de engorda na que os animais de 7 semanas idade estavam a ter problemas de meningite e diarreias depois do desmame com uma mortalidade de 5% três semanas após serem desmamados.

Contactos temporais por espaços curtos de tempo estão associados a um maior risco de Pneumonia Enzoótica.

Pelo menos 25% dos leitões de 2 a 3 semanas estavam coxos, alguns estava tão coxos que ficavam deitados nos refúgios a tremer e eram incapazes de se pôr em pé.

Muito provavelmente o estado imunitário das explorações em relação ao PCV2 modificou-se relativamente ao que tinham antes de que as vacinações de leitões fossem massivas.

Parece que temos um novo vírus capaz de provocar uma doença vesicular nos porcos.

Apesar de não terem uma reacção serológica pós-vacinal consistente, os animais vacinados comportavam-se de um modo totalmente distinto aos não vacinados em condições de campo.

Não se encontrou nenhum enteropatogénico numa quantidade clinicamente relevante, pelo que a massiva infestação de Blastocystis sp. foi considerada significativa neste caso.

Efeito de uma vacina viva modificada de vírus de PRRS sobre a excreção da forma selvagem do vírus numa população infectada de porcos de engorda.

Após duas semanas de quarentena, as marrãs começaram a coxear. O tratamento com amoxicilinas não deu resultado, apenas com doses elevadas (10 mg/kg) de macrólidos e espectinomicinas.

Após 24 anos de experiência, ainda não há um plano de controlo que reúna consenso e seja aceite por toda a comunidade técnica. Porquê?

Foi detectado um eritema multiforme (EM) na maioria (90%) das porcas, associado a problemas respiratórios e sem mortalidade.

A combinação de amostras de leitões ao parto (vivos ou nascidos mortos) e ao desmame é precisa e segura para ter uma decisão que será crucial em qualquer plano de erradicação.

Este artigo propõe um sistema para classificar as explorações relativamente ao PRRSv, baseando-se em definições que reflectem a biologia e a ecologia do vírus.

Foram tomadas uma série de medidas infrutíferas até que finalmente se consegue eliminar o problema.

Este artigo explica os factores a ter em conta para determinar o momento óptimo da vacinação contra o PCV2 e mostra os resultados de um estudo que avalia a eficácia de diferentes programas vacinais numa exploração com infecção subclínica.

A ideia proposta pelo artigo de medir os riscos externos permite comparar explorações com base num número e iniciar medidas correctoras que permitam melhorar e constatar numericamente as melhorias conseguidas.

Este artigo descreve um novo síndroma nos suínos que causa nascimentos de leitões com mal-formações externas e internas sobretudo do fígado e do coração.

É certo que o seu custo é elevado, mas este tipo de investimentos pode não ser descabido quando se trata de proteger explorações com alto valor genético ou centros de inseminação.

Recentemente, foi sugerido que o PCV2 é capaz de produzir diarreia em porcos e propôs-se a doença entérica associada ao PCV2 (PCV2-ED) como uma entidade separada dentro das doenças associadas ao Circovirus Suíno (PCVDs).

Quando se avalia a possibilidade real de infecção entre explorações, as moscas nunca são contempladas como um risco real, a não ser que estejamos a falar de zonas de muito alta densidade com muito pouca distância entre explorações. No entanto, as moscas podem viajar distâncias mais longas se ao recolher cadáveres também se capturam moscas.

As medidas de biossegurança que fazem referência às visitas deveriam ser aplicadas a todas as explorações sem excepção, e naquelas onde o duche não é obrigatório, a lavagem das mãos com sabão e posterior desinfecção deveria sê-lo.

Chegámos à conclusão de que se tratava de um episódio de Doença dos Edemas, que é extremamente inusual a esta idade.

Como é que se pode dizer que um transporte está limpo só dando-lhe uma olhadela?

Enric Marco comenta-nos que ultimamente é relativamente comum encontrar engordas que na sua fase final apresentam uma sintomatologia respiratória que responde mal aos tratamentos antibióticos. Nestes casos costumamos pensar no vírus do PRRS, contudo é menos frequente pendar na possibilidade de uma infecção viral mista…

A PRRSv favorece a aparição de infecções secundárias como a produzida por S.suis ao ser afectada a função de limpeza que deveria ser exercida pelos macrófagos alveolares.

Circundar as explorações com uma vedação de sebes altas reduz o risco de transmissão aerógena.
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