As exportações brasileiras de carne de porco (considerando todos os produtos, entre frescos e processados) totalizaram 131,126 mil toneladas em agosto, volume 8% superior ao registado no mesmo período de 2025, quando foram embarcadas 121,469 mil toneladas, segundo a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
A receita das exportações alcançou US$ 289,898 milhões, resultado 1,7% inferior aos US$ 294,931 milhões obtidos em agosto do ano passado.

No acumulado de janeiro a agosto, as exportações chegaram a 1,057 milhão de toneladas, crescimento de 8,9% em relação às 970,331 mil toneladas embarcadas no mesmo período de 2025. A receita acumulada alcançou US$ 2,447 mil milhões, avanço de 4,8% sobre os US$ 2,335 mil milhões registados no ano anterior.
As Filipinas foram o principal destino das exportações brasileiras de carne de porco em agosto, com 23,314 mil toneladas, volume 30,4% inferior ao registado no mesmo mês de 2025. Na sequência aparecem o Japão, com 16,472 mil toneladas, alta de 92,9%; China, com 15,174 mil toneladas, crescimento de 45,9%; Vietname, com 8,274 mil toneladas, avanço de 38,3%; Chile, com 8,035 mil toneladas, retração de 40%; e Singapura, com 6,552 mil toneladas, elevação de 25,2%.
No levantamento das exportações por Estado, Santa Catarina manteve a liderança em agosto, com 64,091 mil toneladas, volume 12,6% superior às 56,914 mil toneladas registadas no mesmo período de 2025. Na sequência aparecem o Rio Grande do Sul, com 30,369 mil toneladas (-3,3%, ante 31,408 mil toneladas); Paraná, com 22,828 mil toneladas (+24,3%, ante 18,358 mil toneladas); Mato Grosso, com 3,965 mil toneladas (+25,3%, ante 3,163 mil toneladas); e Minas Gerais, com 3,162 mil toneladas (+25,7%, ante 2,517 mil toneladas).
“O crescimento registado em agosto e a superação de 1 milhão de toneladas exportadas no acumulado do ano demonstram a consistência da procura internacional pela carne de porco brasileira. A ampliação dos embarques para mercados como Japão, China e Vietname reforça a diversificação dos destinos e a competitividade do produto brasileiro”, avalia o presidente da ABPA, Ricardo Santin.
08 de setembro de 2026/ ABPA/ Brasil.
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