WelFarmers: Evitando a dor na castração

13-Jul-2026
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A primeira rodada de boas práticas para evitar a dor na castração foi compilada.

O projeto identificou recentemente sua primeira rodada de candidatos sob o tema “Evitando a Dor na Castração”. O projeto abrange desde a ausência de castração até a castração com anestesia e a imunocastração. Mais informações sobre as práticas selecionadas serão incluídas em publicações futuras.

1. Imunocastração: Nesta granja, os porcos são imunocastrados em grandes baias com 350 a 450 animais de ambos os sexos. Os porcos são transferidos para a área de terminação quando atingem aproximadamente 30 kg. Após 1 a 2 semanas, recebem a primeira dose da vacina. Quatro a seis semanas antes do abate dos primeiros porcos, é administrada a segunda dose. Três funcionários realizam o procedimento utilizando um vacinador de segurança e um spray marcador.

2. Anestesia local para reduzir a dor durante a castração: Para garantir a castração cirúrgica com o mínimo de estresse e dor para o leitão, a administração correta de anestesia e analgesia local é essencial. Os veterinários oferecem cursos online para treinar a equipe, seguidos de treinamento prático. Neste país, é obrigatório ter certificação para o uso de anestesia local.

3. Nova bancada de castração para melhor bem-estar animal: Em 2020, foi desenvolvida uma bancada de castração aprimorada para melhorar o bem-estar animal, garantindo a fixação e o procedimento adequados durante a anestesia local e a castração.

4. Descendentes com baixo odor sexual masculino: Este projeto envolve a redução do odor sexual masculino em descendentes, através da seleção de reprodutores machos com base na análise do seu teor de androstenona e escatol, determinado por biópsia de tecido adiposo.

5. Produção de 100% de porcos não castrados: Este integrador cria todos os seus porcos sem qualquer tipo de castração. Todos os animais enviados para o matadouro são porcos inteiros.

6. Castração com anestesia local: A castração começa com a administração de um analgésico ao leitão. Dez minutos depois, é injetada anestesia local em três pontos diferentes (uma injeção próxima a cada testículo e uma mais profunda, entre os testículos). Dez minutos depois, a castração pode começar.

7. Respeito aos leitões durante a castração com anestesia local: Com esse procedimento, que envolve analgésico e anestesia, dois funcionários conseguem castrar duas ninhadas em cerca de 30 minutos. Durante a castração, os funcionários mantêm contato pele a pele com os leitões e os carregam de volta para a porca nos braços.

8. Aumentar o valor da imunocastração: Eles criam porcos para atingirem um peso final mais elevado, de 140 a 160 kg. Sete funcionários treinados gerenciam todo o processo para garantir total conformidade. Para evitar qualquer risco de não conformidade, administram uma terceira dose de vacinação de segurança adicional a 5 a 15% dos porcos.

9. Minimizar a dor da castração: Após discutirem o protocolo com o veterinário responsável, fizeram as seguintes adaptações: reduziram os volumes injetados em leitões muito pequenos e utilizaram agulhas finas para minimizar a dor da injeção.

10. Otimizando a castração: Um protocolo otimizado que envolve dois trabalhadores, dois carrinhos e quatro caixas reduz o tempo que os leitões permanecem no dispositivo de contenção e facilita a tarefa para os operadores.

11. Racionalizando a prática da imunocastração: Os animais são sexados na chegada à maternidade, aos 21 dias de idade. Os suínos recebem a primeira dose da vacina no final do período de pré-engorda, às 16 semanas de idade, antes de iniciarem a fase de engorda. A segunda dose é aplicada quatro semanas depois, durante o período de engorda. Se necessário, uma terceira dose é administrada a cerca de 10 dos 75 machos presentes no recinto.

12. Prática geral de não castração: Esta fazenda sempre seguiu a prática de não castrar e separar os animais por sexo, e nenhum problema grave foi enfrentado.

13. Castração com analgésico e anestésico: O analgésico Meloved® é injetado por via intramuscular na região do pescoço. O anestésico local Aticain® é injetado por via subcutânea nos testículos.

14. Analgesia com gelo seco: O protocolo para essa analgesia envolve crioanalgesia local com o uso de spray de gelo.

15. IMUNO: Este é um ensaio experimental que não é usado rotineiramente na fazenda. As intervenções de vacinação são realizadas por via subcutânea na base da orelha às 22, 24, 32 e 36 semanas, seguidas pelo abate às 40-41 semanas.

16. Meloxicam e Isoflurano: O ensaio foi realizado em 2021 com 128 leitões de 20 porcas. Essa prática não é utilizada atualmente devido às restrições regulamentares ao uso de isoflurano.

17. Alívio da dor pós-operatória da castração: Leitões machos recebem 0.25 ml por cabeça de um produto à base de meloxicam (0.4 mg por kg de peso corporal) antes da castração, que ocorre no 5º ou 6º dia, para reduzir a inflamação dos tecidos moles e a dor pós-operatória.

18. Castração cirúrgica com analgesia e anestesia local: Um analgésico, Melovem®, é injetado por via intramuscular na região do pescoço. Com a ajuda de um auxiliar, o veterinário administra o anestésico local Aticain® por via subcutânea na linha média entre os dois testículos, na parte mais ventral da linha média, próximo à virilha.

19. Terminar o abate de porcos inteiros: O produtor sempre criou porcos machos inteiros e não relata dificuldades com a aceitação do mercado. Os porcos são agrupados por peso e sexo, e o produtor se esforça para manter esses grupos juntos desde o desmame até o abate.

20. Criação de machos inteiros: Há aproximadamente 50 anos, a prática de separar leitões por sexo e tamanho é comum. Esse método visa melhorar o crescimento, o ganho médio diário e a qualidade da carcaça, reduzindo o tecido adiposo. Além disso, diminui o tempo de permanência dos suínos na granja e permite a venda de grupos mais homogêneos em termos de sexo e tamanho. Também possibilita a venda de machos inteiros sem problemas de mercado.

21. Imunocastração para reduzir a dor: Este produtor rural segue um protocolo de imunocastração que consiste em duas doses administradas às 16 e 20 semanas de idade.

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