HC Mundt, A Daugschies y A Joachim. Increased awareness of piglet coccidiosis. Enteric diseases Pig Progress 2005
10-Jun-2005 (há 20 anos 10 meses 24 dias)
Quadro 1
| País |
% |
| Alemanha |
74 |
| Bélgica |
76 |
| Holanda
|
79 |
| Itália |
41 |
| Portugal |
64 |
| Polónia |
90 |
| França |
56 |
| Espanha |
40 |
| Grécia |
79 |
| Áustria |
79 |
| Irlanda |
100 |
| Hungria |
50 |
| Média |
69 |
|
|
A coccidiose está presente em todos os países com porcos criados
em regime intensivo.
Em 2003 foi realizado um estudo em 12 países europeus, Áustria
(14 expl.), Bélgica (59), França (13), Alemanha (129), Grécia
(19), Hungría (54), Irlanda (8), Itália (32), Holanda(29), Polónia
(30), Portugal (14) e Espanha (15).
Foram analisadas 3500 ninhadas de mais de 400 explorações. As
percentagens de explorações positivas a Isospora suis
podem ser observadas no quadro 1.
No quadro são apresentadas as perguntas mais frequentes relacionadas
com a coccidiose.
| Quadro 2 |
| Pergunta |
Resposta |
| Epidemiología |
| Como é
a transmissão do parasita, a via de infecção? |
É
uma infecção horizontal, os oocitos esporulados
são ingeridos no meio ambiente |
| O
que se sabe da dose infectiva ou da idade da infecção? |
A
patomorfología depende da dose, da patogenicidade, da
estirpe e da idade dos animais; quanto mais jovens são,
mais susceptíveis são |
| Patogenicidade |
| O Isospora
é um patogéneo primário? |
Sim, apenas
cerca de 100 oocistos são suficientes para infectar os
leitões |
| Porque
se desenvolvem nos leitões diferentes graus de doença? |
As
doses infectivas variam entre indivíduos e a idade da
infecção varia entre indivíduos de uma
mesma ninhada |
| Diagnóstico |
| Quantas
amostras fecais devem ser recolhidas? |
Quantas
mais se colham maior é a possibilidade de identificação |
| Que
limitações tem o diagnóstico? |
A
quantificação não é possível,
a simples identificação de I. suis serve
como diagnóstico da exploração |
| Importância |
| A isosporose
caracteriza-se por uma diarreia de uns dias ou tem um maior
impacto no crescimento? |
A diarreia
só é o sintoma visível, o impacto persiste
após o final da diarreia (redução do ganho
médio diário, ninhadas desiguais) |
| Ocorrem
infecções secundárias? |
A morbilidade
e a mortalidade devido a infecções secundárias
(p.e.: bacterianas) são comuns e causam um impacto económico
adicional no tratamento e custos |
| Controlo |
| É
possivel a erradicação do parasita? |
Não,
há que viver com ele |
| Existem
práticas de maneio aplicavéis (p.e.: limpeza/desinfecção)? |
Sim, e
são muito recomendáveis ainda que, frequentemente,
não suficientes |
| Existem
vacinas disponíveis? |
Não |
| Existem
tratamentos específicos disponíveis? |
Sim |
| Quando
devem ser tratados? |
Antes
de mostrar sintomas clínicos; o tratamento dos afectados
não é eficiente |
| Como devem
ser aplicados os tratamentos? |
Em toda
a ninhada |
|
|