Sexta-Feira, 12 de Outubro de 2018/ René Collin/ Bélgica.
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O Governo valão aprovou, na passada 6ª feira, uma Ordem sobre várias medidas temporárias para combater a Peste Suína Africana.
O anterior perímetro de 63000 hectares, agora divide-se em 3 áreas específicas, cada uma das quais submetida a requisitos específicos.
Núcleo – 12.562 ha
Zona tampão - 29.183 ha
Área de observação reforçada - 21.101 ha

O território valão que rodeia estas 3 zonas está sujeito a medidas de vigilância:
Para além destas áreas, há a obrigação de informar o aparecimento de algum javali que apareça morto cada através do Centro de Chamadas 1718 da Valónia para ser analisado.
Estas medidas são prorrogadas até 14 de Novembro. O seu objectivo é eliminar todos os cadáveres de javalis que estão a actuar como fontes de contaminação, deter a propagação do vírus através da colocação estratégica de cercas e reduzir drasticamente a densidade de javalis para erradicar o vírus.
A instalação de cercas respaldada pela Comissão Europeia não significa isolar ou confinar um determinado território. A colocação de cercas em lugares estratégicos é uma ferramenta de gestão complementar que permite a fragmentação do território ao travar o movimento dos javalis. A partir de 3ª feira, serão instalados os primeiros dispositivos.
A destruição de javalis fica activada na zona de observação reforçada. Na mesma área, a circulação e a exploração florestal são novamente permitidas, mas apenas durante o dia. Em relação à actividade florestal na zona tampão, prevê-se a possibilidade que os profissionais florestais obtenham excepções individuais sob rígidas condições de biossegurança.