Redação 333
21-Out-2026 (ontem)Actinobacillus pleuropneumoniae (App) é o agente causador da pleuropneumonia suína, uma das principais doenças respiratórias nas fases de creche e terminação. No mercado, encontramos diferentes vacinas, cujas principais diferenças estão relacionadas à sua composição.
Todas as vacinas são monovalentes. Não existem vacinas combinadas de Actinobacillus pleuropneumoniae com outros agentes.
Todas as vacinas têm como objetivo reduzir a mortalidade, os sinais clínicos e as lesões causadas pela pleuropneumonia.
É importante destacar que, dependendo da composição e das informações contidas na bula, essas indicações podem abranger todos os sorotipos conhecidos de Actinobacillus pleuropneumoniae ou, em outros casos, exclusivamente os sorotipos incluídos na vacina.
Todas as vacinas são administradas por via parenteral intramuscular e sempre exigem vacinação e revacinação, com intervalo de 2 a 4 semanas entre as doses.
Nas vacinas destinadas aos leitões, a recomendação é iniciar a vacinação a partir das 6 a 7 semanas de vida (entre 6 e 10 semanas, conforme algumas bulas).
As vacinas autorizadas para uso em porcas indicam vacinação entre 8 e 6 semanas antes do parto, seguida de revacinação 3 a 4 semanas depois.
Em uma apresentação comercial específica, a posologia inclui a vacinação de suínos em fase de terminação no momento de sua chegada à granja, seguida de revacinação 3 semanas depois.
Na maioria dos casos, o início da imunidade ocorre entre 2 e 4 semanas após a segunda dose, embora exista pelo menos uma vacina para a qual foi demonstrado que a imunidade se estabelece três semanas após a primeira dose.
Existem diferenças na duração da imunidade, que varia de 11 semanas a 16 ou 22 semanas após a revacinação.
Também existem diferenças nesse aspecto, uma vez que algumas vacinas são destinadas exclusivamente a suínos entre 6 e 10 semanas de vida, não sendo indicado seu uso em porcas gestantes ou lactantes. Em outra apresentação comercial, o uso é permitido durante a gestação, mas não durante a lactação. Já em outra, a utilização é autorizada tanto na gestação quanto na lactação, embora a recomendação seja realizar a revacinação de 3 a 4 semanas antes do parto, com o objetivo de estimular os títulos de anticorpos em porcas gestantes e nulíparas.