10 de setembro de 2026/ USDA/ Estados Unidos.
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A produção de carne suína das Filipinas em 2027 está projetada para crescer 4,4% em relação à estimativa de 2026, alcançando 1,06 milhão de toneladas métricas (MMT) em equivalente de peso de carcaça (CWE). Esse crescimento é atribuído à expansão das operações de produção em meio aos esforços de repovoamento liderados pelo governo e à continuidade dos investimentos por parte das granjas comerciais.
Medidas reforçadas de biosseguridade implementadas pela indústria suinícola local, assim como a maior adoção de genética suína aprimorada e de melhores práticas de nutrição animal, também devem sustentar o crescimento da produção. No entanto, os ganhos decorrentes dessas medidas podem ser parcialmente compensados pela previsão de um El Niño forte entre o fim de 2026 e o início de 2027.
O consumo de carne suína está projetado para crescer 6,4% em 2027, atingindo 1,9 milhão de toneladas métricas em equivalente de peso de carcaça, na comparação com a estimativa de 2026, impulsionado pelo crescimento populacional e pela desaceleração da inflação. O governo filipino também espera uma retomada de um crescimento econômico mais forte após a desaceleração registrada em 2026.
As importações de carne suína devem alcançar 835 mil toneladas métricas em equivalente de peso de carcaça, alta de 7,1% em relação à estimativa de 2026, diante do aumento da demanda, enquanto a recuperação da produção doméstica após os impactos da peste suína africana ainda está em andamento.
O Brasil deve permanecer como o principal fornecedor de produtos suínos importados pelas Filipinas, após a habilitação concedida aos exportadores brasileiros de carne suína e em razão da competitividade dos preços do produto brasileiro.