Diagnóstico laboratorial: Peste Suína Clássica (PSC)

Alejandro Ramirez
29-Abr-2022 (há 4 anos)

Testes disponíveis

Reação em cadeia de polimerase (PCR)

Anticorpos fluorescentes (FAT)

Imunoperoxidase diferencial usando anticorpos monoclonais (MAbs)

Ensaio de imunoabsorção enzimática (ELISA)

Neutralização viral (VN)

Interpretação de resultados:

PCR

FAT

Imunoperoxidase com MAbs

Tabela 1. Interpretação dos resultados do teste de imunoperoxidase diferencial com anticorpos monoclonais (MAbs). Fonte: OIE.

Anticorpo policlonal Anticorpo monoclonal específico para Interpretação
Cepa PSC Cepa vacinal PSC Cepa BVD/BD
+ + cepa de campo de PSC
+ + + cepa vacinal de PSC
+ + cepa de BVD/BV
+ Outros vírus não PSC Pestivírus*

* A existência de novas cepas de PSC deve sempre ser levada em consideração e quaisquer isolados de casos suspeitos de PSC devem ser encaminhados a um Laboratório de Referência da OIE.

ELISA

A Tabela 2 ajuda a demonstrar as capacidades DIVA (diferenciação de animais infectados de vacinados) de alguns ensaios ELISA quando uma vacina com exclusão de genes é usada.

ELISA não diferencial Resultado ELISA-E2 Interpretação
Positivo Positivo Animal exposto ao vírus de campo
Positivo Negativo Animal vacinado não exposto ao vírus de campo
Negativo Positivo Erro no ensaio, este resultado não é possível
Negativo Negativo Animal não vacinado e não exposto ao vírus de campo

VN

Situações

É importante notar que alguns países podem exigir a aprovação da autoridade competente antes que qualquer teste do PSC possa ser realizado.

Suspeita de surto agudo de PSC em suínos de qualquer idade e granjas não vacinadas contra PSC

PSC em suínos

Suspeita de surto agudo de PSC em suínos de qualquer idade em granjas vacinadas contra PSC

Suspeita de circulação crônica de PSC em suínos de qualquer idade sem mortalidade e granjas não vacinadas contra PSC

Suspeita de circulação crônica de PSC em suínos de qualquer idade sem mortalidade e granjas vacinadas contra PSC